O recado de Lula à militância no aniversário de 46 anos do PT: Presidente vê risco e convoca apoiadores para vigiar as redes sociais contra as fake news; paralelamente, o estadista defende novo projeto para o Brasil: “Não quero ser presidente só do Bolsa Família, só do gás do povo” – ASSISTA e saiba mais
Brasília (DF) · 07 de fevereiro de 2026
Em um discurso inflamado que marcou as celebrações dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia, o Presidente da República Federativa do Brasil, Excelentíssimo Senhor Luiz Inácio Lula da Silva (PT), adotou um tom de confronto direto e convocação para a militância, sinalizando o fim de uma era de moderação retórica.
O mandatário foi enfático ao declarar que a estratégia para os próximos embates eleitorais será de combate rigoroso, especialmente no campo das redes sociais, onde instou seus apoiadores a reagir diante das fake news “24 horas por dia“, demonstrando extrema preocupação.
“Nós precisamos desmontar essa rede digital. Temos que escrachar cada mentira que eles contarem,” afirmou o presidente, complementando que a postura de outrora não cabe mais no cenário político atual ao dizer que “não interessa mais o ‘Lulinha Paz e Amor’. Essa eleição vai ser uma guerra. E eu já vou estar preparado para ela.”
Demonstrando estar com a motivação elevada, Lula ressaltou que sua ambição de governo transcende as políticas sociais que o tornaram mundialmente conhecido. O Presidente afirmou categoricamente que “não quer ser mais presidente só do Bolsa Família” e que o momento exige a construção de um “outro projeto para este país.”
Ao se colocar como peça central desse processo, o petista utilizou metáforas militares para reforçar sua presença na vanguarda do movimento, declarando que “se vocês precisam de um timoneiro, tá aqui ele. Se vocês precisam de um soldado pra linha de frente, tá aqui ele.”
Ele rejeitou o papel de comando distante, enfatizando que “não quero ser general, o general sempre fica atrás. Eu quero estar na frente com vocês.”
Ao finalizar esta fala em solo baiano, o presidente elevou a temperatura do debate ideológico ao caracterizar a disputa política como uma luta pela sobrevivência das instituições, que apesar de críticas, são elas que defendem e protegem a democracia, referindo-se ao STF (Supremo Tribunal Federal).
Em seu discurso marcante, carregado de emoção, o Presidente expressa profunda preocupação com o momento eleitoral inédito, deixando implícito que as guerras de narrativas serão necessárias para conter a desinformação em nova era, em que a Inteligência Artificial impacta as mentes dos ingênuos.
Para Lula, o cenário é tão crítico que ele não se resume a uma alternância de poder, mas a uma decisão sobre a natureza do Estado brasileiro, concluindo que “o que tá em jogo é se este país vai continuar democrático ou se vai ser um país fascista como eles queriam construir“, referindo-se, sem citar seu nome, ao ex-presidente Jair Bolsonaro, preso por liderar uma tentativa de golpe de Estado.
Assista:

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