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Demissões de jornalistas no RN por suposto apoio ao PT de Lula geram debate sobre estratégia da imprensa PIG

    Demissões de jornalistas no RN por suposto apoio ao PT de Lula geram debate sobre estratégia da imprensa PIG


    HUGO VIEIRA teria sido demitido da TV Tropical de Rio Grande do Norte, pertencente ao grupo Record, por argumentar em uma de suas reportagens que a criminalidade no estado caiu sob o governo FÁTIMA BEZERRA (PT)


    Profissionais de rádios e TVs do Rio Grande do Norte enfrentam dispensas em meio a acusações de represália política, levantando questões que resgatam a ideia da existência de uma imprensa golpista – SAIBA MAIS

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    Brasília, 03 de maio de 2025

    No Rio Grande do Norte, jornalistas de emissoras de rádio e filiais de grandes redes de televisão, como a TV Tropical, estão enfrentando demissões que, segundo denúncias, estariam ligadas ao apoio ao Partido dos Trabalhadores (PT).

    Um caso emblemático é o do repórter Hugo Vieira, desligado da TV Tropical após elogiar publicamente a governadora Fátima Bezerra (PT) por políticas de redução da violência no estado.

    A dispensa gerou indignação e reacendeu o debate sobre a liberdade de expressão no jornalismo, com críticos apontando para possíveis represálias políticas em um contexto de polarização.

    A notícia, também publicada pelo portal O Diário Carioca, destacou a ausência de justificativas claras para o corte.

    Além do caso de Vieira, outras demissões em emissoras locais foram relatadas, com profissionais acusando pressão por posições políticas favoráveis ao PT.

    O youtuber e empresário Thiago dos Reis afirmou no X, ao seu estilo, que a “TV Record de RN (TV Tropical) demitiu o repórter Hugo Vieira porque ele falou numa reportagem que a criminalidade caiu sob o governo Fátima (do PT)!! É oficial!! A CENSURA voltou ao Brasil!! Não pode falar de feitos do governo PT senão é DEMISSÃO!!

    A falta de transparência nas demissões alimenta especulações sobre interferência de grupos econômicos ou políticos na mídia potiguar, em um momento em que o jornalismo enfrenta desafios como precarização e redução de vagas formais, conforme apontado por estudos da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas) sobre o setor.

    As demissões ocorrem em um cenário de fragilidade do mercado jornalístico no Brasil, agravado por cortes em grandes conglomerados de mídia, como Globo e Record, que também enfrentaram dispensas em 2023 por contenção de despesas.

    A ideia da existência de uma imprensa que vai contra os interesses da esquerda resgata o termo “Partido da Imprensa Golpista” (PIG), criado pelo jornalista e escritor que fundou o portal Conversa Afiada, Paulo Henrique Amorim.

    A expressão crítica e pejorativa, usada por ele para se referir a setores da grande mídia tradicional acusados de promover narrativas políticas antidemocráticas, especialmente durante períodos de tensão institucional, foi popularizada por apoiadores dos governos de Lula e Dilma Rousseff.

    O termo ganhou mais força durante o processo de impeachment, chamado de golpe 2016, quando parte da mídia foi acusada de atuar para desestabilizar o governo, apoiar interesses de elites e difundir desinformação.

    O alinhamento político-ideológico de grandes veículos de comunicação com agendas conservadoras, econômicas ou golpistas tem exemplos históricos, como a cobertura midiática durante o governo de João Goulart (1961–1964) e a ascensão do bolsonarismo, além de debates sobre liberdade de imprensa versus manipulação.

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    A neutralidade do termo é contestada, com críticos argumentando que ele generaliza e estigmatiza o jornalismo, enquanto defensores o veem como uma denúncia legítima ao poder corporativo da mídia.

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