O coordenador da Lava Jato no MPF, Deltan Dallagnol disse que a criação da fundação bilionária que receberia R$ 2,5 bilhões da Petrobrás atendeu a uma exigência dos Estados Unidos que, segundo ele, condicionaram que a Petrobrás não administrasse o dinheiro, disseram os sites do Estadão e o portal Brasil 247. Deltan, que irá responder ao Conselho Nacional do Ministério Público pela medida, teria dito que: “esse recurso não poderia ser transferido para a União, ficar com a Petrobrás, não poderia ser transferido para o MP. Em nenhuma das hipóteses o dinheiro ficaria no Brasil”.
Diante da repercussão negativa, o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, voltou a tentar justificar a criação da fundação milionária de R$ 2,5 bilhões da Petrobrás, nesta segunda-feira (1º de abril), durante evento do jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo ele, a “entidade de interesse público” teria apenas uma cadeira da Procuradoria entre outras 20 em seu conselho curador. Ele não contou, no entanto, que os demais membros dessa entidade seriam escolhidos pelos procuradores de Curitiba.
Deltan disse que a criação da fundação atendeu a uma exigência dos EUA, que condicionava que a Petrobrás não administrasse o dinheiro, segundo informa reportagem do jornal O Estado de São Paulo.
“O que existiu sim foi uma autorização condicionada à política oficial norte-americana. Os EUA frisaram que o dinheiro não poderia ficar com a União Federal porque a União Federal é controladora da Petrobrás”
O procurador também disse que houve divulgação de informações equivocadas sobre o fundo.
“Essa fundação seria da sociedade civil, teria uma cadeira do MP lá. O modelo foi o fundo federal dos direitos difusos, que tem uma cadeira do MP, e o objetivo dessa cadeira era permitir uma fiscalização maior e esperar que a estrutura de gestão desse fundo. Agora, seria uma cadeira de 10, 20 pessoas que teriam no conselho curador. Essa fundação não é do MP, não é da Lava Jato, não seria administrada pela Lava Jato, os recursos não iriam para o MP ao contrário do que originalmente se colocou”.
No dia 15 de março, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu todos os efeitos do acordo celebrado entre a força-tarefa da Lava Jato de Curitiba com a Petrobrás e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Para o ministro, os procuradores, em princípio, “exorbitaram das atribuições que a Constituição Federal delimitou para os membros do Ministério Público”.
O acordo para administração do fundo foi homologado pela juíza Gabriela Hardt e só foi descoberto após reportagem do jornalista Luis Nassif.

os EUA exigiram que o dinheiro não ficasse com o Brasil e o canalha usa isso como justificativa – é muita cara de pau e entreguismo para um único verme – cadeia para DD e Moro é o mínimo que se pode esperar
Uma porção de bandidos ocupando posições importantes de serem ocupadas por gente honesta que vise realmente os interesses do Brasil. Desonestidade virou padrão de comportamento dos nossos próceres de todas as instituições.
Tem que bloquear os bens destes camaradas( Moro e Procuradores),e dos três patetas do TRF4 ( quebrar os sigilos telefônicos fiscais e bancários !
Investigar denuncias de vendas de sentenças (Tacla Duran )!
E colocar todos na prisão !
Eles destruíram nosso país !
o lula tem um valor enorme p o povo voces nao tem como comprar nao sao dignos p compertir com ele ta ai a prova da covardia contra a dilma e contra oEX PRESIDENTE LULA
como pode ter gente dessa laia?
É um começo do ” FAZER JUSTIÇA”. Não mais blá blá blás, diálogos, monólogos, estupidez. Opovo já sofreu demais, os poderosos estão muito felizes e o Bozo pensando que é deus. RUA,RUA,RUA JÁ!!!
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