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Delgatti é o ‘herói’ que ‘expôs corrupção’ de Moro e Deltan e ‘merece marcha nacional’, diz Glenn

    O hacker de Araraquara, Walter Delgatti, responsável pela captura das mensagens, no aplicativo Telegram, entre procuradores e o ex-juiz Sergio Moro, revelou ao país o modus operandi da operação mais persecutória de todos os tempos contra um líder político, no caso LULA, que estava em condições de vantagem, segundo as pesquisas de intenção de voto, na disputa presidencial de 2018. Ao centro, o jornalista que foi um dos fundadore do jornal investigativo The Intercept, que aqui no Brasil foi um dos principais responsáveis pela veiculação do conteúdo das mensagens hackeadas. À direita, o ex-procurador da extinta operação Lava Jato expõe o famigerado power point durante uma coletiva de imprensa, no ano de 2016

    O fundador do ‘Intercept’ foi parabenizado, mas atribuiu o mérito ao hacker, por evitar que LULA seguisse preso e que a eleição hoje fosse disputada entre o ex-juiz e Bolsonaro

    Não é por anda não, mas se não fosse Glenn Greenwald a Lava Jato nunca teria sido desnudada, LULA seguiria preso, a eleição seria entre Moro e Bolsonaro e Dellagnol não estaria pagando pelos seus crimes“, afirmou um perfil no microblog Twitter, marcando o nome do fundador do ‘The Intercept’, que agradeceu e disse que um dos responsáveis mais importantes pelo realinhamento da história judicial brasileira é o hacker de Araraquara.

    O jornalista americano afirmou que “sem ser humilde, o primeiro herói de tudo isso é Walter Delgatti, que injustamente ainda enfrenta pena de prisão quando é quem *expôs corrupção*. Ele merece uma marcha nacional em sua homenagem. E grandes jornalistas brasileiros também fizeram um trabalho vital nisso”.

    Desde que o condenado pelo STJ, Deltan Dallagnol, soube que terá que indenizar LULA em R$ 75 mil, por danos morais causados pela espetacularização do famigerado power point apresentado durante coletiva de imprensa durante as investigações da operação mais persecutória que se tem notícia em todo o mundo, ele tem recorrido ao Twitter para dar suas respostas sobre o assunto.

    O professor Lenio Streck, que também foi procurador, disse, na rede social que “Dallagnol se diz “injustiçado””, mas na opinião do jurista, “ele escapou barato” e se fosse “na Europa, estaria preso”.

    Pintou e bordou. Ganhou dinheiros com palestras em conflito de interesse. Tentou uma fundação de bilhões e levou chinelada do STF. Na Europa estaria preso. Agora o STJ fez ele literalmente PAGAR pelos seus atos!

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