Saída da jornalista expõe mudanças editoriais após Quaest apontar o canal como alinhado à esquerda
Brasília, 05 de agosto de 2025
Na segunda-feira (4/jul), a GloboNews anunciou a demissão da jornalista Daniela Lima, que comandava o programa Conexão GloboNews desde 2023.
A decisão, comunicada logo após seu retorno de férias, surpreendeu o público e os bastidores da emissora.
A Globo justificou o desligamento como parte de um “movimento permanente de renovação do quadro do canal“, que também incluiu as saídas da comentarista Eliane Cantanhêde, após 15 anos, e do analista político Mauro Paulino.
A nota oficial da emissora agradeceu a parceria dos profissionais na cobertura de acontecimentos políticos do Brasil e do mundo, mas não detalhou motivos específicos para as dispensas.
Daniela se pronunciou nas redes sociais, afirmando deixar o canal com “cabeça erguida” e pronta para “novos desafios“.
A demissão de Daniela Lima está ligada a uma pesquisa encomendada pela GloboNews ao instituto Quaest, realizada no segundo trimestre de 2025, conforme mostra a Folha de S. Paulo.
O levantamento revelou que assinantes do canal percebiam a emissora como um “canal de esquerda“, associando sua linha editorial a partidos como PT e PSOL.
Segundo apuração, Daniela foi vista como a personificação dessa percepção devido ao seu estilo incisivo e postagens em redes sociais, como críticas a ministros mais conservadores do Supremo Tribunal Federal (STF).
Essas atitudes, que incluíam demonstrações de proximidade com fontes políticas e jurídicas, contrariavam normas internas da Globo sobre imparcialidade jornalística, o que pesou na decisão de seu desligamento.
A GloboNews planeja mais mudanças para 2026, quando completará 30 anos. A emissora prepara novos cenários, formatos de programas e alterações no quadro de apresentadores para reconectar-se com o público e reforçar sua imagem de pluralidade.
Nos bastidores, o nome de Rafael Colombo, ex-CNN Brasil e Jovem Pan, atualmente repórter em São Paulo, é cotado para assumir o lugar de Daniela no Conexão GloboNews.
A saída da jornalista gerou reações mistas: enquanto apoiadores como Leilane Neubarth e Flávia Oliveira expressaram solidariedade, figuras como Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira comemoraram a decisão, intensificando o debate sobre polarização na mídia.
A demissão de Daniela Lima mostra que a GloboNews tem como desafio equilibrar sua imagem em um cenário político polarizado no Brasil. A pesquisa da Quaest e as críticas à postura da jornalista sinalizam um movimento da emissora para ajustar sua linha editorial, buscando neutralidade em um momento de tensões políticas.
Enquanto Daniela é cogitada para reforçar o jornalismo do SBT, o futuro da GloboNews dependerá de sua capacidade de implementar mudanças que atendam às expectativas de um público diverso, mantendo a credibilidade conquistada em quase três décadas.









Globo sendo Globo parcial e afinada com a direita, a extrema direita, o sionismo e com atitudes comemoradas pelos anti patriotas. Cuidado Globo não agradará gregos e troianos, pois a Soberania da nação, a justiça e as tentativas de golpe são fatos e não opiniões polarizadas.
Daniela Lima, excelente jornalista e apresentadora. Foi uma perda para o assinante e telespectador. Não aprovou e nao gostei
A Globo para de fingir que é democrata, e volta à sua linha original, sustentadora de uma linha editorial dirigida a classe média conservadora e facilmente maniobravel.
Essas emissoras sempre defendeu a extrema direita.
Defendeu a ditadura em 1964, e continua no mesmo viés , quanto pior para o Brasil, melhor pra eles.
Essas emissoras sempre defendeu a extrema direita.
Defendeu a ditadura em 1964, e continua no mesmo viés , quanto pior para o Brasil, melhor pra eles.
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