Daniel Silveira e Rodrigo Amorim posam novamente com placa quebrada de Marielle Franco. VEJA/Divulgação
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PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
Quatro anos após a morte da vereadora, os mandantes do crime ainda não foram identificados
A imagem anterior, da quebra da placa de Marielle Franco pelas mãos de Rodrigo Amorim e Daniel Silveira, quando ainda eram candidatos pelo PSL, marcou as eleições de 2018 gerando revolta popular. Agora, uma reedição foi feita na semana passada, quando Silveira visitou o gabinete do parlamentar estadual e posaram com metade da placa, que lá se encontra emoldurada, sorridentes. Ao fundo, vê-se um fuzil e um retrato do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A imagem reeditada foi obtida pela revista Veja. A original foi feita em Petrópolis, Rio, em outubro de 2018, sete meses depois que a vereadora foi executada a tiros, em março, no Centro da cidade do Rio. O crime completa quatro anos na semana e os mandantes ainda não foram descobertos.
De acordo com a transcrição da publicação, Rodrigo amorim disse: “Eu e Silveira continuamos muito alinhados, tomando decisões em conjunto. Nunca nos arrependemos do gesto, mesmo criticado, porque sempre deixamos claro que a nossa questão era com o Psol, que explorava e ainda explora esse episódio lamentável do assassinato covarde da vereadora. Nosso gesto foi de restauração da ordem e está mais do que provado que, para as mulheres, a ordem é preferível ao caos”, alegou ao comentar a nova foto.
No Twitter, o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) protestou: “Quatro anos depois, o deputado Daniel Silveira posa novamente com placa de quebrada de Marielle Franco. A prisão por seu ataque às nossas instituições democráticas de nada valeu. Continua brincando com fogo e tirando sarro da Democracia. A barbaridade não pode ser normalizada!“

“Com supremo, com tudo!…”
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