O estreito e sinuoso canal no Golfo Pérsico é uma rota comercial fundamental entre o Oriente Médio e o resto do mundo, com impacto global. Ele conecta os produtores de petróleo bruto do Oriente Médio a mercados importantes na Ásia, Europa, América do Norte e outros continentes, sendo responsável por cerca de 20% do comércio mundial de petróleo bruto e uma parcela semelhante de gás natural / Foto: reprodução/AP
Brasília (DF) · 02 de abril de 2026
Mais de 40 países se uniram na quinta-feira (2/abr) em uma reunião virtual para exigir a reabertura imediata e incondicional do Estreito de Ormuz, rota que responde por cerca de um quinto do petróleo comercializado no planeta.
O Irã mantém o estreito praticamente fechado desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o país persa, em 28 de fevereiro. A secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper, que presidiu o encontro, acusou o Irã de “sequestrar uma rota de navegação internacional para manter a economia global como refém”.
A declaração, reproduzida pelo Gulf News, reflete a preocupação compartilhada com o impacto nos preços de energia e alimentos que atingem famílias e empresas em todo o mundo.
Participaram da discussão representantes da França, Alemanha, Itália, Canadá, Japão, Emirados Árabes Unidos, Índia e outras nações.
O grupo, que já conta com declaração assinada por mais de 35 países, discute medidas diplomáticas, políticas e, se necessário, econômicas coordenadas — incluindo novas sanções contra o Irã caso o bloqueio persista.
O Estreito de Ormuz, é a principal via de exportação de petróleo do Golfo Pérsico. Ataques iranianos a navios comerciais e a ameaça de novos incidentes reduziram o tráfego a um fio.
Segundo dados de inteligência marítima citados pelo Gulf News, 23 ataques diretos ocorreram desde o início do conflito, deixando 11 tripulantes mortos. Mais de 2 mil navios com cerca de 20 mil marinheiros permanecem retidos.
O preço do barril de Brent saltou acima de US$ 111 nas últimas horas, confirmando o impacto direto sobre a economia global.
Países importadores, especialmente na Europa e Ásia, sentem com maior intensidade a pressão que o multilateralismo agora busca reverter.
O Estados Unidos não participou da reunião. O presidente Donald Trump afirmou que a segurança da rota cabe aos países dependentes do petróleo que passa pelo estreito. Já o Irã condiciona a reabertura a novas regras e nega qualquer bloqueio total, embora na prática controle o tráfego.
A iniciativa reforça o compromisso coletivo com o direito internacional e a liberdade de navegação, princípios fundamentais para a paz mundial e a justiça global.
Diplomatas planejam nova reunião de planejadores militares para discutir desminagem e garantias de segurança assim que o conflito permitir.
O Irã reiterou posição de que o estreito permanecerá restrito até que exigências sejam atendidas.

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Então que se unam para evitar a carnificina produzida por Israel e EUA!
Esses cachorrinhos vira latas, puxa sacos dos EUA , tem que recorrer aos dois demônios Netanyahu e Donald Trump, eles que criaram essa confusão, o Irã não atacou ninguém, tá quieto e foi atacado, aguentem as consequências
Tudo.por causa de duas mentes doentias, Estados Unidos e Israel.lideres Ruins, cruéis,nao ofensas nas vidas inocentes que mandam pra morte .Estão ali so.pir seu orgulho pra medir a força do.poder.