Ministro se referiu aos condenados do 8/1 e também comentou nota surreal em que o inelegível tenta dar uma de “pacificador” após as explosões na Praça dos Três Poderes – Segundo o ministro, “a imunidade vai gerar mais impunidade” – ASSISTA
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Durante sessão no Conselho Nacional do Ministério Público, nesta quinta-feira (14/11), o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes condenou a busca da “anistia”, pela extrema direita, para os condenados pelos atos golpistas terroristas do 8 de Janeiro e mandou indiretas ao ex-presidente inelegível até 2030, Jair Bolsonaro (PL), sobre seu texto publicado nas redes sociais após as explosões causadas por um apoiador que acabou morrendo, em frente à Corte, na quarta-feira (13/11).
Moraes afirmou durante oratória no CNMP que o Ministério Público já ofereceu mais de 1.600 denúncias e a Suprema Corte “já condenou mais de 250 pessoas pelos crimes mais graves, a tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe, depredação ao patrimônio público“.
“Outras mais de cem foram condenadas pelos crimes mais leves, como organização criminosa, para atentar contra a democracia na frente dos quartéis, pedindo intervenção militar“, disse o ministro. “Mais de quinhentas fizeram o acordo de não persecução penal desses crimes mais leves e a Polícia Federal já está em vias de conclusão dos inquéritos, das autoridades dos autores, perdão, dos autores intelectuais“.
Segundo o magistrado, “isso não terminou“, pois as explosões de quarta-feira foram uma “demonstração de que só é possível ” uma “pacificação do país [referência ao texto de Bolsonaro nas redes sociais]” com “responsabilização de todos os criminosos”. E que “não existe possibilidade de pacificação com anistia a criminosos”.
Pessoas foram “instigadas a agredir“; “a atacar“, afirmou Moraes sobre o ex-presidente inelegível.
O ministro pediu a união de “nós todos“, direcionando a fala ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, e às autoridades policiais e políticas do Congresso Nacional para que haja “defesa constante da democracia, na responsabilização total de todos aqueles que atentaram contra a democracia, porque a impunidade daqueles que atentaram contra a democracia gera eventos como ontem [quarta]”.
Assista:
@urbs.magna Alexandre de Moraes – CNMP
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