‘Cortaremos todas as relações com a China’, diz Trump acusando-a de manipular a pandemia

14/05/2020 0 Por Redação Urbs Magna

Et Urbs Magna – O presidente dos EUA Donald Trump voltou a atacar o governo chinês pela manipulação da pandemia de coronavírus e ameaçou “cortar todo o relacionamento” com a República Popular.

Donald Trump e Xi Jinpimg

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De acordo com o RT, Trump declarou estar decepcionado em entrevista à Fox Business Network, nesta quinta-feira (14), quando disse que em eventual rompimento dos laços diplomáticos com Pequim “economizaria US $ 500 bilhões”.

O Partido Republicano aposta na culpabilização da China pelo surto e conta até com uma estratégia de ataque à República em que pintam rivais democratas como “fracos”.

Os ataques do presidente dos EUA ocorrem mesmo com a China ajudando-os com a compra de quase 250.000 toneladas de soja e com a promessa de negociar ao menos US $ 200 bilhões em produtos norte-americanos nos próximos dois anos, em troca de um relaxamento das tarifas das exportações chinesas para os EUA. Quando o acordo foi assinado, Trump elogiou esses compromissos de compra como “uma vitória sólida para nossos agricultores e fabricantes“.

Com as autoridades chinesas a considerar desistir do acordo e negociar um novo, Trump reiterou na quinta-feira que não renegociaria o acordo.

O relacionamento, apesar de difícil, ainda permanece por enquanto.

De acordo com o RT, um projeto de lei apresentado pela senadora republicana Lindsey Graham nesta semana exigirá que a China cumpra as investigações norte-americanas e internacionais sobre a origem do coronavírus e autorizaria sanções se Pequim recusasse.

Na frente diplomática, o secretário de Estado Mike Pompeo insistiu que os EUA têm “evidências significativas” de que o vírus se originou em um laboratório de Wuhan sem, contudo, fornecer a “enorme evidência” que diz possuir.

“Temos muita informação, e isso não é bom. Se veio do laboratório ou dos morcegos, tudo veio da China e eles deveriam ter parado. Eles poderiam ter parado na fonte”, disse durante a entrevista da Fox.

De acordo com a publicação, Pequim retaliará com “contramedidas que podem fazê-los sentir a dor“.

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