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“Trump está em seu “último suspiro” na tentativa de vencer o Irã, diz militar aposentado do Exército dos EUA (vídeo)

    Douglas Macgregor e Donald Trump
    Douglas Macgregor, coronel aposentado do Exército dos EUA / Foto: Responsible Statecraft / 2020 | Donald Trump parece cochilar na Casa Branca em nov/2025 / Foto: Getty Images via Financial Times

    Coronel Macgregor diz que Trump precisa “obliterar” o Irã ou ser humilhado no teste de resistência econômica, com mísseis iranianos superando defesas, forças americanas exaustas e o Estreito de Ormuz desafiador

    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Uttar Pradesh (IN) · 28 de março de 2026

    Em entrevista ao jornalista Rajdeep Sardesai, do India Today, o coronel aposentado do Exército dos Estados Unidos, Douglas Macgregor, avaliou o conflito em curso entre Washington e Teerã como uma forma de guerra econômica típica do século 21.

    Drones e mísseis iranianos, segundo ele, causam danos maiores que os sofisticados sistemas de defesa americanos.

    Macgregor destacou a escassez crítica de mísseis interceptores. Oito em cada dez mísseis lançados contra Israel estariam conseguindo atingir o alvo, pois os defensores não dispõem de estoque suficiente para responder a todos os projéteis.

    Situação semelhante afetaria a frota naval americana, com milhares de marinheiros em serviço prolongado a bordo de navios e pilotos exaustos após sucessivas missões.

    O oficial reformado descreveu o Irã como uma grande potência continental, capaz de absorver ataques significativos e ainda revidar.

    Para ele, o momento atual representa o último suspiro para o presidente Donald Trump.

    Ele precisa ir lá e efetivamente obliterar o máximo possível do Irã e esperar que isso os obrigue a se render, afirmou Macgregor.

    Logo Urbs Magna TV India Today/YouTube 28.3.2026
    This is in one way economic warfare in this 21st century war as you’re calling
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    Fontes americanas confirmam a pressão sobre estoques de mísseis interceptores.

    Relatos indicam que o uso intensivo de sistemas de defesa como o THAAD (Terminal High Altitude Area Defense) e o Patriot (Phased Array Tracking Radar for Intercept on Target) em confrontos contra o Irã gera uma perigosa dinâmica de atrito devido à enorme assimetria de custos e capacidade produtiva.

    Enquanto drones iranianos, como o Shahed-136, custam cerca de US$ 4 mil, um míssil do sistema THAAD ultrapassa os US$ 12 milhões. Essa disparidade financeira torna a defesa insustentável a longo prazo, já que o defensor gasta milhões para abater alvos de baixo valor.

    Além do fator econômico, há o gargalo industrial: a fabricação desses mísseis complexos é lenta, com uma produção que historicamente não passava de 96 unidades de THAAD por ano.

    Em combates intensos, o consumo de munição é tão acelerado que o estoque de meses pode ser esgotado em poucos dias, levando anos para ser reposto.

    Estrategicamente, o Irã explora essa fraqueza usando táticas de saturação, lançando ondas massivas de ataques para forçar o esgotamento físico dos arsenais e vencer o conflito pela exaustão logística do adversário.

    Analistas citados por veículos dos Estados Unidos alertam que a reposição pode levar anos, enquanto o Irã mantém capacidade de produção de mísseis mais baratos.

    Macgregor questionou ainda a viabilidade de operações para tomar a Ilha Kharg ou controlar o Estreito de Ormuz.

    O militar comparou a ideia a tentativas históricas fracassadas, como a ofensiva britânica nos Dardanelos em 1915, que mobilizou meio milhão de tropas e terminou em derrota diante da resistência turca.

    Não vejo 10 mil infantes leves desembarcando em pequenas ilhas no Golfo Pérsico mudando algo estrategicamente“, disse ele.

    O coronel, que atuou como assessor sênior de defesa durante o primeiro mandato de Trump, advertiu que as forças americanas enfrentam fadiga operacional, enquanto o Irã demonstra resiliência.

    A análise reforça preocupações com a sustentabilidade de campanhas prolongadas que exigem alto volume de munições caras contra adversários capazes de responder com volume elevado e custo baixo.

    Fontes indicam que o presidente Trump estendeu pausa em certos ataques contra infraestrutura energética iraniana.




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    1 comentário em ““Trump está em seu “último suspiro” na tentativa de vencer o Irã, diz militar aposentado do Exército dos EUA (vídeo)”

    1. Reinaldo Gonçalves da Cruz

      O Trump é uma ameaça para o mundo, DEUS ajude que tenha mexido com quem não devia, o IRÃ não é a Venezuela, não é a América do Sul, o coreano já ofereceu ajuda, o IRÃ já deveria ter aceitado, EUA não pode vencer

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