
REINALDO AZEVEDO critica falas de HUGO MOTTA sobre responsabilidade fiscal, em seu programa O É DA COISA, da Band TV – imagens reprodução
Jornalista derruba “discurso fajuto” do presidente da Câmara dos Deputados em 3 minutos – SAIBA MAIS
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Brasília, 30 de maio de 2025
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PE), defendeu a revisão das isenções fiscais que, segundo ele, custam quase R$ 1 trilhão ao Brasil: “Nós precisamos discutir a vinculação das nossas receitas e uma reforma administrativa para melhorar a eficiência da máquina pública”, afirmou, em fala a jornalistas.
O deputado destacou que tais medidas são essenciais para fomentar o crescimento econômico e a justiça social, promovendo geração de empregos e renda.
A proposta de Motta inclui discutir a vinculação das receitas e a reforma administrativa para aumentar a eficiência do governo, visando melhorar o ambiente econômico e permitir que o país cresça de forma justa.
Porém, o jornalista Reinaldo Azevedo, no programa O É da Coisa da Band TV, lançou críticas ao discurso de Motta e lembrando que o Congresso Nacional tem “sequestrado o orçamento da União” por meio de emendas parlamentares, que drenam recursos públicos.
“Rever isenções é uma coisa, mas desvincular receitas de Saúde e Educação é outra”, alertou, questionando a coerência do legislativo.
O jornalista destacou a prorrogação do Perse, programa de isenção para o setor de eventos, que custou mais de R$ 20 bilhões aos cofres públicos, e a desoneração de 17 setores econômicos, decisões lideradas pelo mesmo Congresso que agora defende cortes.
“Cortar na carne? De quem? Educação e Saúde não podem pagar o preço”, provocou Azevedo, sugerindo que o corte de emendas parlamentares seria um exemplo mais coerente.
Azevedo defendeu a necessidade de diálogo entre o Governo Lula e o Congresso sobre as isenções fiscais e desvinculação de receitas para Saúde e Educação.
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O jornalista criticou a falta de negociação e destacou a importância de rever isenções, mencionando o impacto financeiro dessas decisões, como a prorrogação de desonerações que custaram bilhões.
Reinaldo Azevedo sugeriu que, em vez de cortar verbas de setores essenciais, o Congresso poderia cortar emendas, alertando que a falta de programas poderia levar à perda de recursos.
O jornalista concluiu enfatizando a urgência de um diálogo eficaz para evitar derrotas políticas.
Nas redes sociais, o influenciador Orestes disse que Reinaldo Azevedo “derrubou o discurso fajuto do Hugo Motta em 3 minutos“. O parlamentar preside uma casa legislativa que “sequestrou o orçamento da União através das emendas parlamentares“, disse.
O perfil no X ainda defendeu Azevedo afirmando que ele pode ser “o único jornalista da grande imprensa a ter decência em suas análises” devido à sua “coerência“.
Tio rei derrubando o discurso fajuto do Hugo Motta em 3 minutos.
— Orestes (@SomenteOrestes) May 30, 2025
Enquanto o Hugo Mota faz discurso de responsabilidade fiscal, o congresso presidido por ele sequestrou o orçamento da União através das emendas parlamentares.
O @reinaldoazevedo talvez seja o único jornalista da… pic.twitter.com/0YALAPawkP
As emendas parlamentares atingiram R$ 44,7 bilhões em 2024, evidenciando o peso no orçamento.
As isenções fiscais, como as do Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos) – política pública de isenção fiscal do governo, destinada a salvaguardar e recuperar empresas do setor de festas e eventos, particularmente afetadas pelas medidas sanitárias durante a pandemia de COVID-19 -, enfrentam resistência de setores econômicos, mas são vistas como ineficientes pelo Ministério da Economia.
As argumentações de Reinaldo Azevedo expõem a tensão entre responsabilidade fiscal e interesses políticos. Enquanto Motta defende eficiência, Azevedo cobra transparência e diálogo.












