📷 O comandante da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra, Marcos Sampaio Olsen / Foto: Marinha do Brasil | O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira / Foto: Carlos Moura / Agência Senado | O presidente dos EUA, Donald Trump / Foto: Jonah Elkowitz / Shutterstock |•| Arte Urbs Magna
| Brasília (DF)
23 de julho de 2026
O comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Marcos Sampaio Olsen, afirmou nesta quinta-feira (23/jul) em entrevista à CNN Brasil que não vê possibilidade de invasão americana ao território brasileiro.
A declaração ocorre semanas após o Itamaraty ter alertado formalmente, em ofício enviado à Câmara dos Deputados , sobre o risco jurídico de uso de força militar pelos Estados Unidos.
A divergência entre a avaliação diplomática e a visão das Forças Armadas revela canais distintos de relacionamento entre os dois países.
O ofício assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em 1º de julho, respondeu a questionamentos parlamentares sobre a classificação unilateral, pelo governo de Donald Trump, do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras.
No documento, o Itamaraty registra: “Tal aplicação pode ocorrer com amplo grau de discricionariedade, dada a amplitude dos termos adotados na legislação de contraterrorismo daquele país, com sérias possibilidades de implicações para cidadãos brasileiros nos planos financeiro, migratório e penal. Finalmente, há a possibilidade de uso de força militar dos Estados Unidos em território brasileiro”.
O governo americano reagiu. Porta-voz do Departamento de Estado classificou a hipótese levantada pelo Itamaraty como “absurda” e afirmou que alegações vagas de intervenção servem muitas vezes de pretexto para acobertar grupos violentos, segundo O Globo.
Na entrevista à CNN Brasil, o almirante Marcos Sampaio Olsen foi direto ao ser perguntado sobre ameaça militar ao território brasileiro: “Não, eu não creio nessa possibilidade”.
Ele destacou que o relacionamento entre militares, especialmente entre forças navais, é mais robusto e de confiança, e que constrangimentos políticos são passageiros.
Há alinhamento doutrinário estreito, exercícios combinados e intercâmbio de inteligência que permanecem intactos.
A diferença entre a dimensão militar e a governamental fica clara. A cooperação técnica entre as Forças Armadas brasileiras e o Pentágono opera em canal institucional de longo prazo, com escritórios de representação, exercícios anuais e contratos de defesa.
Já a relação no nível de governo — Casa Branca, Itamaraty e ministérios — responde a pressões de soberania, geopolítica e ideologia, oscilando conforme as administrações.
A classificação das facções como terroristas amplia o leque de sanções econômicas e restrições migratórias dos EUA, com impacto potencial sobre instituições financeiras brasileiras e cidadãos.
O risco militar, embora juridicamente aberto pela legislação americana de contraterrorismo, permanece descartado na avaliação do alto comando naval brasileiro.
A preservação da cooperação militar, mesmo em momentos de atrito diplomático, reforça a previsibilidade institucional necessária à defesa da democracia e ao combate efetivo ao crime organizado transnacional.
A soberania nacional exige vigilância jurídica permanente, sem que isso se confunda com ruptura dos canais técnicos de defesa.
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M I S E R I C O R D I A!
Esse pedófilo americano Donald TRUMP, é um ditador ladrão, onde tem riquezas, tem tomado na mão grande, aconteceu com Iraque, com a líbia, com IRÁ, ultimamente com Venezuela, esse bicho é imprevisível precisa de atenção
Acredito mais no Itamaraty. Marinha queria apoiar o golpe do bozo, as faabb foram apoiadas pelo EUA no golpe de 64, então para mim essa declaração dele é suspeita