Com LULA inevitável, Globo dá voz à Esquerda e manda Bial ‘conversar’ com Dino e Freixo

04/12/2021 0 Por Redação Urbs Magna
Com LULA inevitável, Globo dá voz à Esquerda e manda Bial ‘conversar’ com Dino e Freixo

O apresentador do programa ‘Conversa Com Bial’, Pedro Bial, da rede Globo, e o deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ) ao lado do governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB-MA). Ao fundo, o novo logo e identidade visual da emissora para o ano de 2022 | Sobreposição de imagens


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

Diante da limitação e inaptidão de seu ‘candidato implícito’, Sergio Moro, os pessebistas foram convocados pela emissora para dar o pontapé inicial no primeiro jogo que reinaugura o espaço progressista, em programa que teve o ex-presidente como pano de fundo

LULA é inevitável em 2022. E a rede Globo percebe e tenta reagir à tendência de modo natural.

A emissora resolve, gradativamente, dar voz à Esquerda e já mandou Pedro Bial ‘conversar’ com Flávio Dino, governador do Maranhão, e o deputado federal Marcelo Freixo, pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro.

Diante da inaptidão política e limitações de seu ‘candidato implicito’, Sergio Moro, que só consegue tirar votos de Bolsonaro, o pior presidente da história do Brasil, os pessebistas foram convocados para dar o pontapé inicial no jogo que reinaugura o espaço progressista na emissora, onde ela será obrigada a noticiar a política do país, a partir da eventual eleição do ex-presidente para seu terceiro mandato.

Prova disso é que o programa Conversa Com Bial teve o ex-presidente como pano de fundo.

Em um dos trechos do programa, no início, o apresentador Pedro Bial questionou o governador do Maranhão, Flavio Dino, sobre sua afirmação, na época do impeachment de Dilma Rousseff, de que “o PT tinha perdido energia vital para liderar sozinho a recomposição da esquerda“.

Bial disse que hoje se vê uma “Frente Ampla capitaneada por LULA” e perguntou ao governador o que mudou. Dino respondeu que LULA, apesar de não ser suficiente para governar o país, continua sendo “imprescindível”, assim como o Partido dos Trabalhadores.

Assista abaixo:

CONVERSA COM BIAL

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