Com Bolsonaro atacando a mídia de direita, ela se arrepende e começa a entender que era feliz com Lula e Dilma e não sabia

03/01/2019 2 Por Redação Urbs Magna

Durante os 13 anos de governos do PT, a mídia entoou um discurso fajuto sobre uma suposta vontade de Lula e Dilma Rousseff de “calar a imprensa”. Nunca aconteceu. A liberdade de imprensa não só foi respeitada como os governos petistas ainda encheram a mídia inimiga de dinheiro. Com Bolsonaro, a mídia de direita começa a entender que era feliz e não sabia.

A posse de Bolsonaro teve características que deveriam preocupar a TODOS os brasileiros.

Ainda que o novo governo esteja desfrutando da Lula de mel de que TODOS os governantes recém-empossados desfrutam, há sinais extremamente significativos de que esse governo já deu os primeiros passos rumo a forte impopularidade que virá devido ao rápido empobrecimento que se abaterá sobre a maioria da população.

O primeiro sinal é a fala alucinada do chefe de Estado brasileiro de que vai combater moinhos de vento, ou seja, um “socialismo” que jamais existiu neste país. O segundo sinal, é ele ter assumido com o menor apoio que um governante recém-empossado já teve após a redemocratização.

Para a posse de Bolsonaro eram esperadas entre 250 e 500 mil pessoas, segundo o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), mas apenas 115 mil apareceram (nota do Et Urbs Magna: tive a impressão de ver apenas 200 pessoas), perdendo feio para a posse de Lula em 2003, que teve 150 mil pessoas.

Mas o mais significativo é o apoio muito menor que Bolsonaro tem nos primeiros momentos de seu governo. Em 1990, Fernando Collor de Mello (PRN), assumiu com uma expectativa positiva de 71% dos entrevistados; Fernando Henrique Cardoso, com 70%; Lula, com 76% e Dilma Rousseff, com 73%. Bolsonaro assume com apenas 65%.

O significado disso é que seu apoio irá se erodir rápido como o de Collor porque, enquanto Lula, Dilma e FHC assumiram melhorando de cara a vida da população – FHC com o Plano Real e Dilma e Lula com distribuição de renda, aumento de salários e programas sociais –, Bolsonaro promete (abertamente) tirar dos pobres e trabalhadores e dar aos ricos.

O jornal espanhol El País publicou análise de que Bolsonaro pretende imitar o presidente dos EUA, Donald Trump, que se notabiliza por seus ataques públicos à imprensa.

Segundo o jornal espanhol, Bolsonaro vai reduzir a publicidade do Governo para a imprensa. Seu alvo principal será a Folha de São Paulo, que publicou reportagem em plena campanha eleitoral sobre empresários bolsonaristas que estavam bancando campanhas digitais anti-PT, comprando disparos em massa no Whatsapp. Mas deve sobrar também para a Globo.

A imprensa alternativa, de esquerda, não sentirá esse efeito porque Michel Temer bloqueou qualquer recurso para veículos de esquerda – o que, aliás, é ilegal, porque governo nenhum pode usar critérios políticos para definir verbas de publicidade.

Mas os piores pesadelos da imprensa que durante todos os governos do PT bateu tanto nesses governos, se concretizaram. A jornalista Ana Dubeux, do Correio Brasiliense, jornal que bateu nos governos petistas até cansar, mostra quanto essa imprensa ex-antipetista era feliz com o PT e não sabia.

Um vídeo que ela gravou durante a posse de Bolsonaro mostra quanto a imprensa que lutou tanto para derrubar o PT vai pagar pela falta de profissionalismo e pelas fraudes que usou para colocar a direita no poder. Aqui se faz, aqui se paga.

Et Urbs Magna via Blog da Cidadania

 

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