Segundo J.R.Guzzo, em sua coluna, após todas as crises de 2019 que se desgastaram porque não deram em nada, como por exemplo, a quase certa queda de Moro por conta da Vaza Jato, dentre tantas outras, o fim do Governo Bolsonaro virá com força total como opção de tema que as próprias mídias alavancarão
O colunista J.R.Guzo, do Estadão, diz que “em 2018 houve mais ou menos umas 25 crises diferentes, todas “importantes”, e no fim das contas tudo acabou em três vezes zero.”
Guzo diz que “tivemos a fatal demissão do ministro Zé, ou do ministro Mané”, bem como “os acessos de nervos do presidente da Câmara e a intervenção internacional na Amazônia “em chamas”. Houve o STF. Houve os Filhos do Presidente. Houve as gravações que iriam exterminar o ministro Moro. No fim, continua todo mundo vivo“.
“A democracia no Brasil, aparentemente, tem essa particularidade: todo mundo se diz disposto a dar a própria vida pelas eleições diretas, mas assim que sai o resultado das urnas a turma que perdeu começa a procurar um jeito de derrubar o candidato que ganhou – e como não é mais possível fazer isso com golpe militar, a grande solução é o impeachment. Está na Constituição. Faz parte das “instituições”. Virou vício.”, disse Guzzo
“No caso de Bolsonaro, já estava se falando em impeachment logo que ele começou a governar – mas houve tanta crise nesse seu primeiro ano de governo, como dito acima, que parece não ter sobrado tempo para depor o homem.”

A múmia sabe que não está agradando e que sua saída pode vitalizar mais rápido que o previsto, por isso, as polêmicas, as declarações absurdas, as atitudes desproporcionais ao cargo, tudo isso cumpre o objetivo de desfocar a população, serve de cortina de fumaça.
Seu comportamento altamente inaceitável é estratégico. O congresso e o povo gastam templo com as polêmicas e sem afastam do que realmente interessa, que é a saída dele!
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