O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, flagrado dormindo, quando era deputado federal, durante sessão da Câmara dos Deputados. Ao lado, o ex-presidente Luiz Inácio LULA da Silva, em foto postada em suas redes sociais, em agosto último, dá socos em um saco de boxe para desejar, conforme escreveu na legenda da imagem que compartilhou, sorte aos atletas brasileiros que disputaram a modalidade na Olimpíada de Tóquio, no Japão | Sobreposição de imagens
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PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
Em sua matéria, está implícita a vitória de LULA nas urnas, pois somente ele para livrar o Brasil de Bolsonaro. “Já são 1095 dias e o presidente nunca deu trégua (…) Mas faltam menos dias, 365“, escreve Matheus Leitão
O colunista da revista VEJA, Matheus Leitão, resolveu postar matéria amenizando a dor dos brasileiros por ainda terem que aturar pela frente o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.
Mas isso se ele não for “arrancado da Presidência“, como previu uma “Sentitiva“ em live com a jornalista bolsonarista Leda Nagle.
Em sua matéria, está implícita a vitória de LULA nas urnas, pois somente ele para livrar o Brasil de Bolsonaro.
“Pense em um tormento! Já são 1095 dias e o presidente nunca deu trégua: no Natal do terceiro ano do seu governo ele estava atormentando as crianças, inoculando o medo da vacina“, prosseguiu Matheus. “Mas faltam menos dias, 365“.
“Faltam 365 dias para chegar o momento em que a sociedade e os poderes da República poderão se mobilizar por boas causas, e não ficar apenas tentando evitar o pior“; “de demolição diária e constante de tudo o que o país tem construído por anos e anos em sua jovem democracia“; “para acabarem os ataques sistemáticos às instituições, especialmente aos poderes da República conquistados com tanto sacrifício”; para o fim de um governo sem compaixão em que o chefe de estado exibe com orgulho sua falta de empatia com a dor do próximo“; “para o fim do negacionismo medieval que usa o governo para desacreditar a ciência e a medicina no meio de uma pandemia“.
Antes de desejar “Feliz Ano Novo“, o jornalista tranquiliza o seu leitor: “Vai passar“.
