COLIGAÇÃO DE HADDAD PEDE QUE JUSTIÇA DECLARE INELEGIBILIDADE DE BOLSONARO POR 8 ANOS. ENTENDA

02/10/2018 3 Por Redação Urbs Magna
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Et Urbs Magna, 03 de OUTUBRO de 2018, 01:52 GMT


Coligação de Haddad aciona TSE contra campanha de Bolsonaro

O caso gira em torno da empresa de ar condicionado Komeco, localizada na cidade de Palhoça, na região da Grande Florianópolis (SC). Ao pedir a instauração de uma ação de investigação judicial eleitoral, a coligação de Fernando Haddad (PT) pretende que, ao final da apuração, a Corte Eleitoral declare Bolsonaro inelegível por oito anos.


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A Coligação “O Povo Feliz de Novo” (PT/PC do B/PROS) acionou nesta terça-feira, 2, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que seja aberta uma investigação por abuso de poder econômico contra a campanha do candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro. O caso gira em torno da empresa de ar condicionado Komeco, localizada na cidade de Palhoça, na região da Grande Florianópolis (SC).

Ao pedir a instauração de uma ação de investigação judicial eleitoral, a coligação de Fernando Haddad (PT) pretende que, ao final da apuração, a Corte Eleitoral declare Bolsonaro inelegível por oito anos.

A coligação “O Povo Feliz de Novo” acusa o presidente da Komeco, Denisson Moura de Freitas, de ter gravado um áudio direcionado a funcionários solicitando que os empregados usem adesivos e camisetas de apoio a Bolsonaro. De acordo com o PT, no áudio, Denisson afirma que a empresa irá contribuir para a compra dos materiais e que os funcionários da Komeco irão trabalhar durante a “semana Bolsonaro” uniformizados com a camiseta.

A acusação da coligação de Haddad é a de que a campanha de Bolsonaro está ganhando reforço financeiro “que não está compatibilizado nos gastos” oficiais divulgados ao TSE, mas cujos resultados serão usufruídos pelo candidato do PSL.

Desequilíbrio. Para a coligação do candidato petista, a ação de investigação tem o objetivo de “evitar o desequilíbrio do pleito e o abuso do poder econômico, uma vez que tal prática tem potencial suficiente para comprometer o equilíbrio do pleito eleitoral de 2018”.


 

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