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Claudia Assaf sai em defesa de Lula e dá respostas a André Lajst, que atacou o estadista no sábado (VÍDEO)

    A diplomata foi às suas redes sociais e editou um vídeo postado pelo líder da ‘Stand WIth Us Brasil‘, em que o “extremista” critica a promessa feita pelo Presidente de ajudar a UNRWA e amenizar a fome de palestinos – ASSISTA

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    Após a ‘Articulação Judaica de Esquerda‘ se manifestar contra André Lajst – chefe da entidade sionista ‘Stand WIth Us Brasil‘, que, segundo a entidade “está em Israel publicando vídeos com ataques ao presidente Lula e ao Brasil, país que ele chamou de ‘anão diplomático’“, a diplomata brasileira em missão na embaixada de Mascate (Omã) desde dezembro de 2021, Claudia Assaf, publicou um vídeo de quase 10 minutos, dando respostas ao “extremista“.

    Nas imagens, Lajst argumenta, por exemplo, que ao prometer ajudar financeiramente a ‘UNRWA‘ para amenizar a fome de palestinos, o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), “insiste no erro” e toma uma decisão “na contramão da maior parte das democracias do mundo“.

    O órgão da ONU é a ‘United Nations Relief and Works Agency for Palestine Refugees in the Near East ‘ (Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo).

    Assaf editou o vídeo divulgado por Lajst e inseriu argumentos que vão contra as declarações do cientista político, que é também ex-soldado das Forças Armadas Israelenses e presidente executivo da filial brasileira da organização americana não governamental de propaganda sionista.

    Veja abaixo e leia mais a seguir:

    Capa

    Claudia Assaf também é autora de ‘Diário de bordo: Um voo com destino à carreira diplomática‘ (Letra e Imagem Editora e Produções LTDA).


    A diplomata possui 17 anos de carreira na diplomacia brasileira. Ela ingressou em 2006 no Instituto Instituto Barão do Rio Branco e se formou dois anos depois, conforme já mostrou ‘Breno Altman‘. Cláudia Assaf passou pelas embaixadas do Brasil em Doha (Catar, 2008-2012), em Riad (Arábia Sauditam 2014-2017) e no Kwait (2018-2021).

    Entre 2012 e 2014, ela trabalhou em Nova York, na Missão Permanente do Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU). Ela também esteve um período em Brasília, entre 2017 e 2018, no Departamento de Oriente Médio do Itamaraty.

    O que disse a ‘Articulação Judaica de Esquerda

    A ‘Articulação Judaica de Esquerda‘ afirmou, na plataforma de microblogging ‘X’, que “o extremista André Lajst, que comanda a ‘ONG’ americana Stand With Us, está em Israel publicando vídeos com ataques ao presidente Lula e ao Brasil, país que ele chamou de ‘anão diplomático’. Uma ofensa como essa seria impensável na matriz da sua organização, nos EUA“.

    O grupo de judeus disse ainda que “a ‘ONG’ americana sente liberdade para insultar o Itamaraty e o Brasil porque entende que Brasil é um país inferior, do Sul Global. A terminologia para xingar o nosso país no exterior seria impensável para criticar países do Norte Global. Nos EUA, insultar o país no exterior, mancomunar-se com estrangeiros contra seus interesses, é passível de punições severas.

    Em muitos casos semelhantes foram aplicadas sanções, vetos de entrada no território e até prisão. Mas Lajst se sente à vontade para atacar o Brasil porque quanto mais xinga, mais agrada a matriz americana da sua ‘ONG’. Quanto mais agride o Brasil e sua liderança, mais soa como música para os gringos de ultradireita que financiam a Stand With Us”, prossegue a entidade.

    A ‘Articulação‘ diz ainda que “André Lajst disse no vídeo onde xingou o Brasil que dar ajuda humanitária a agência da ONU para refugiados é apoiar o Hamas. No auge da crise humanitária, que deixou os palestinos sem água e comida, o extremista adotou a teoria que ‘ajuda humanitária é apoiar o terrorismo'”.

    Repetiu ainda que, após 30 mil execuções, 5 meses de bombardeios diários, 5 mil crianças órfãs e 2 mil habitantes amputados, em decorrência da ação israelense, o país ‘está plenamente em seu direito de defesa’. Uma falácia já julgada em Corte Internacional.

    Ou seja, o extremista é financiado pela ‘ONG’ americana para xingar o Brasil, satanizar o papel do país em organismos como a ONU e disseminar teorias de desumanização de árabes e muçulmanos. Um pacote absurdo de ações que afrontam nossos interesses como Nação”.

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