Restrições de uso de celulares transformam a operação para correção de hérnia neste Natal em episódio de isolamento e estratégias familiares intrigantes – LEIA A ÍNTEGRA
Brasília, 25 de dezembro 202
Neste dia de Natal, o ex-presidente Jair Bolsonaro passou por uma cirurgia para correção de hérnia inguinal bilateral no Hospital DF Star, em Brasília, sob um rigoroso regime de segurança imposto pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O procedimento, autorizado dias antes, ocorreu em meio a restrições que incluíram vigilância constante da Polícia Federal (PF) e proibição de dispositivos eletrônicos, transformando o que poderia ser um momento de recuperação em um episódio de isolamento forçado.
Por este motivo, não existem imagens nas redes sociais mostrando o líder da tentativa de golpe de Estado no Brasil, nem antes e nem depois da cirurgia, fato que foi percebido por perfis progressistas como um alívio contra as eventuais cenas de vitimização, peculiares à família, que ficaram famosas em momentos de liberdade física.
A cirurgia foi realizada com sucesso, conforme detalhado pelos médicos responsáveis, que estimaram uma internação de cinco a sete dias para monitoramento pós-operatório.
Diagnosticada por exames periciais, a hérnia inguinal bilateral – condição que envolve o enfraquecimento da parede abdominal e pode causar dor intensa – exigiu intervenção cirúrgica recomendada por especialistas, ratificada por laudo médico oficial.
A essa afecção é comum em homens acima de 50 anos e, no caso de Bolsonaro, decorre de complicações remanescentes da facada sofrida em 2018 durante campanha eleitoral.
As determinações de Moraes foram rigorosas: dois agentes da PF posicionados na porta do quarto 24 horas por dia, transporte discreto do ex-presidente da superintendência da PF para o hospital e veto absoluto a celulares, computadores ou qualquer aparelho eletrônico no ambiente hospitalar, exceto equipamentos médicos essenciais.
Essa medida visava garantir a custódia durante a saída temporária da prisão, onde Bolsonaro cumpre pena por investigações em curso. Apenas a esposa, Michelle Bolsonaro, foi autorizada como acompanhante, limitando visitas e interações externas.
Quanto às reações da família, Michelle Bolsonaro optou por permanecer ao lado do marido, abdicando de compromissos festivos para cumprir o papel de acompanhante exclusiva, o que evitou críticas internas do clã.
Essa escolha reflete tensões políticas intrafamiliares, com enteados como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) monitorando de perto a dinâmica. Em um gesto exclusivo, Bolsonaro divulgou uma Carta aos Brasileiros no dia da cirurgia, lida publicamente por Flávio, na qual declara apoio à pré-candidatura do filho à presidência em 2026, sinalizando uma estratégia de continuidade política apesar do isolamento.
Frases como “meu legado continua através de vocês” reforçam a unidade familiar em meio ao contexto adverso. No texto, como também observaram o Estadão e o DCM, Bolsonaro faz uma comparação com Deus, semelhantemente a uma passagem bíblica, quando Ele entregou Jesus, seu próprio filho, como prova máxima de amor pela humanidade.
“Entrego o que há de mais importante na vida de um pai: o próprio filho, para a missão de resgatar o Brasil”, escreveu ele, e não Ele. Ou “ele não”, no caso Jair Bolsonaro, referindo-se à candidatura de Flávio.
Em Romanos 8:32-33 da Bíblia, constam: “v. 32: Aquele que não poupou o seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” e “v. 31: Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?“
Veja a seguir e leia mais depois:
Sobre registros visuais, as restrições impostas por Moraes efetivamente bloquearam filmagens ou fotos internas, com a proibição de dispositivos eletrônicos sendo seguida à risca.
Não há evidências de violações, e as únicas imagens disponíveis são externas, como a transferência para o hospital, divulgadas nas redes sociais, que mostram o ex-presidente sob escolta sem interações públicas.
Essa ausência de conteúdo visual pessoal intensificou o caráter reservado do Natal, contrastando com tentativas anteriores de usar eventos médicos para mobilização política.
O episódio ilustra como decisões judiciais podem interferir em esferas pessoais, com Bolsonaro retornando à custódia da PF após alta médica, prevista para o início de janeiro de 2026.
Imagens postadas pelo ex-vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, são de outra internação anterior, mas o texto é desta quinta-feira (25/dez). O filho Zero Dois do condenado por golpismo diz que encontrou uma quantidade de policiais que “ultrapassa” o “limite” do “razoável” e chega a ser “constrangedor”.
Ele também classifica erroneamente o aparato de segurança como “intimidatório” e sugere que há uma segunda “tentativa de tirar a vida” de seu pai.
Carlos diz que o “absurdo de proibir acompanhamento até com relógio de pulso” é parte de “ataques” a “um único homem”, seu pai, mas o ex-vereador sequer comenta, claro, os ataques de sua família, e a dele próprio, contra a democracia do Brasil.

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Ainda é pouco…
Todo cuidado é pouco, pois penso que esse MALANDRO quer fugir…
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