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China exige libertação imediata de Nicolás Maduro após sequestro pelos EUA

Pequim manifesta profunda preocupação com intervenção militar norte-americana na Venezuela e defende integridade soberana – O que os chineses estão dizendo


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O presidente
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em primeira imagem divulgada após ter sido sequestrado de seu país | Ao fundo, Maduro e o presidente da China, Xi Jinping


Pequim, China · 04 de janeiro de 2026

O governo chinês exigiu a libertação urgente do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, sequestrados durante uma operação que envolveu o uso de força, em uma resposta firme e imediata à recente ação militar dos Estados Unidos na Venezuela.

Pequim condena veementemente as práticas e as classifica como violações graves ao direito internacional e à soberania nacional.

 
 
 
 
 
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O Ministério das Relações Exteriores da China expressou grande preocupação com o sequestro de Maduro e sua companheira, enfatizando a necessidade de garantir sua segurança pessoal e de cessar qualquer tentativa de derrubar o governo legítimo, publicou o Global Times.

A publicação destaca que tais ações representam um exemplo claro de atos hegemônicos por parte dos EUA, ecoando preocupações globais sobre a estabilidade na região.

Fontes oficiais chinesas, como China Daily, informam que os Estados Unidos assumiram o controle interino da Venezuela após a operação, sem descartar o envio de tropas terrestres.

A informação seguiu o anúncio de Trump, que anunciou, no sábado (3/jan), que os EUA administrarão o país temporariamente até que ocorra uma transição política considerada “adequada”.

Durante este período, segundo o republicano, a administração interina será composta por membros do alto escalão americano, e a gestão e distribuição do petróleo venezuelano ficarão sob controle dos EUA.

Apesar desta fala, o Supremo Tribunal da Venezuela ordenou que a vice-líder Delcy Rodríguez assuma como presidente interina para garantir a continuidade administrativa e a defesa da nação após a detenção de Maduro.

O governo venezuelano declarou estado de emergência e classificou a ação dos EUA como uma “agressão imperialista“. Especialistas em relações internacionais avaliam que a operação militar dos EUA ultrapassa as hierarquias internacionais e pode criar um precedente perigoso para potências autoritárias em todo o mundo. 

Segundo analistas militares citados pela Global Times, a medida de Trump envolveu forças especiais como a Delta Force do exército americano, que executaram a detenção nas primeiras horas do sábado.

A vice-presidente venezuelana Delcy Rodríguez, em sessão do Conselho Nacional de Defesa, reforçou a demanda por libertação imediata do casal, conforme reportado também citado pela Global Times.

A agência estatal de notícias chinesa Xinhua detalha que Maduro enfrentará acusações nos EUA, incluindo conspiração para narcoterrorismo e importação de cocaína, e será mantido em um centro de detenção em Nova York.

Essa transferência por avião, confirmada por múltiplas fontes, intensificou as reações internacionais, com a China liderando as críticas ao que descreve como uma interferência inaceitável.

@urbs.magna

Nikolás Maduro desembarca de voo em Nova Iorque cercado por dezenas de agentes federais dos EUA

♬ som original – https://urbsmagna.com

Manifestações populares na Venezuela emergiram rapidamente, com cidadãos agitando bandeiras nacionais e exigindo a devolução de seu líder, como observado em relatos da Global Times.

Especialistas em assuntos militares chineses, em análises publicadas pela mesma fonte, questionam a legalidade da operação e preveem impactos duradouros nas relações bilaterais entre Pequim e Washington.

Outros países alinhados com a Venezuela ecoaram as preocupações chinesas, conforme compilado pela Global Times, destacando uma onda de condenações globais à ação unilateral dos EUA.

A emissora estatal CGTN resumiu os fatos conhecidos sobre o ataque em larga escala, reiterando o apelo chinês pela libertação imediata.

Essa escalada reflete tensões persistentes nas relações sino-americanas, com a China posicionando-se como defensora do multilateralismo e da não-intervenção.

Observadores internacionais monitoram de perto os desdobramentos, que podem influenciar o equilíbrio geopolítico na América Latina e além.

Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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2 comentários em “China exige libertação imediata de Nicolás Maduro após sequestro pelos EUA”

  1. REINALDO GONCALVES DA CRUZ

    Esse sequestro do Nicolas maduro, executado por esse ditadorzinho pedófilo, mentiroso, ladrão, desrespeitou a soberania não só dá Venezuela, mais toda a América do Sul, precisamos alianças com potências bélicas, ex.: China, Rússia, índia, se isso não acontecer, ficaremos nas mãos desse satanás, tem uns três cachorrinhos vira latas, que já são subordinados a ele, o Milei é um, já vendeu a Argentina a troco de bananas

  2. ELIZIO CARLOS COTRIM

    Parabéns à China pela postura veemente contra mais este crime do Império Yankee! Houve um sequestro do Presidente de um país soberano, por outro país, este agindo criminosamente!

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