China cresce em nível lento cerca de 2 vezes o ocidente em nível rápido, diz bilionário dos EUA

O secretário-geral do PCC (Partido Comunista da China) e presidente da CMC (Comissão Militar Central), além de Presidente da República Popular da China, Xi Jinping. A imagem principal mostra The Statue of Liberty [Estátua da Liberdade], o maior símbolo dos Estados Unidos da América, naufragando em meio a uma tempestade / Getty Images / O monumento de 135 anos, localizado na Ilha da Liberdade, em Nova Iorque, desde sua fundação em 1886, tornou-se patrimônio da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Feita de cobre, projetada pelo escultor francês Frédéric Auguste Bartholdi, a escultura foi um presente do povo da França. A figura da mulher representa Libertas [deusa romana] e carrega, além da tocha, uma tabula ansata [tabuleta que evoca uma lei] contendo a data da Declaração da Independência dos Estados Unidos, em 4 de julho de 1776 | Sobreposição de imagens


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

O bilionário americano Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associates – empresa de gestão de investimentos fundada em 1975 para atendimento a clientes institucionais, como fundos de pensão, doações, fundações, governos estrangeiros e bancos centrais, afirmou que a República Popular da China está vencendo a competição econômica internacional contra os americanos ao nível lento cerca de 2 vezes o crescimento do ocidente em um nível rápido.

Em entrevista à BBC na quinta-feira (9/11), o empresário afirmou que “sim, [a China] está vencendo” e a uma “taxa de crescimento em um nível lento” que representa “cerca de duas vezes a taxa de crescimento do mundo ocidental em um nível rápido”.

Dalio foi o mesmo que previu que os EUA perderão a primeira posição de potência econômica para a China, que se tornará a mais poderosa do mundo em breve: “É quatro vezes maior do que a população dos Estados Unidos. Portanto, se sua renda per capita fosse a metade do tamanho, a economia como um todo teria o dobro do tamanho“, disse o bilionário.

“Então, sim, esse é o caráter do ambiente em que está ganhando e tem muito mais probabilidade de ser muito maior e mais forte em muitos aspectos”.

A este exemplo, destaca-se o comentário do embaixador do Brasil na China, Paulo Estivallet, durante a palestra do Ciclo de Conferências Sobre a Nova Política Externa Brasileira, realizada em 19/05 deste ano:

No período, de 2000 para cá, a China foi de 8º parceiro comercial do Brasil para o 1º, com uma larga vantagem sobre o segundo. Em 2021, as exportações para a China foram três vezes maiores do que as exportações para os EUA, nosso segundo parceiro”, disse Estivallet.

O acelerado desenvolvimento econômico chinês foi o responsável pela redução da taxa de pobreza da população.

Além de já ser a maior potência militar, com o 1º maior exército do mundo e 2º maior orçamento no setor, atualmente, a China é o maior parceiro comercial do Brasil.

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