A Polícia Federal diz que os dois trabalharam durante o governo do hoje inelegível ex-presidente Bolsonaro , em uma operação da Polícia Rodoviária Federal, para atrasar a chegada de eleitores de Lula, especialmente na Região Nordeste do Brasil, onde o estadista tinha maior parcela de apoiadores
A PF (Polícia Federal) indiciou, nesta sexta-feira (16/8), o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Anderson Torres, além do ex-diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal), Silvinei Vasques, por supostamente terem atuado para impedir que eleitores do hoje novamente Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chegassem aos locais de votação nas eleições de 2022.
Os indícios apontados pela PF sugerem que ambo trabalharam, durante o governo do hoje inelegível ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em uma operação da PRF, para atrasar a chegada de grande número de eleitores de Lula, especialmente na Região Nordeste do Brasil, onde o estadista tinha maior parcela de apoiadores.
Silvinei Vasques é investigado por impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio, prevaricação e ofensa à investigação, junto com seu então chefe, Anderson Torres.
Além disso, quatro policiais federais também foram indiciados sob suspeita de restringir, impedir ou dificultar o exercício de direitos políticos dos eleitores.
