Centro da democracia, LULA poderá ser o candidato do MST e ao mesmo tempo da Faria Lima

O ex-presidente Luiz Inácio LULA da Silva durante sua entrevista coletiva a mídias independentes, realizada em São Paulo, nesta quarta-feira (19/1) | Apesar de garantir que ainda não decidiu se é candidato em 2022, o ex-presidente afirmou que se for, não participará da campanha como um protagonista, mas como o futuro Presidente do Brasil


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

Lula voltou a ser visto como aquilo que de fato é“, escreve o editor-chefe do ‘Brasil 247’, uma das mais importantes vozes do campo progressista contra o lixo jornalístico tendencioso da mídia tradicional

Não por acaso, o ex-presidente recebeu acenos do MST e da Faria Lima, logo após sua entrevista à mídia independente“. Com essa frase, o editor-chefe do portal progressista de notícias ‘Brasil 247’, Leonardo Attuch, abre seu artigo no site, nesta quinta-feira (20/1), depois que LULA passou duas horas, ontem, sendo observado por todos os setores do país que o veem rumar para a eleição de outubro com quase o dobro das intenções de votos do que o presidente Jair Bolsonaro, o segundo colocado nas pesquisas.

LULA voltou a ser visto como aquilo que de fato é: a representação do centro democrático no Brasil“, destaca Attuch, que é uma das mais importantes vozes desse jornalismo independente, que tem como premissa levar a público a verdade por trás da notícia.

O jornalista destaca a importância de LULA ter concedido sua primeira entrevista coletiva de 2022 a veículos da mídia independente, aquela que se financia por meio de seus leitores e da publicidade programática, decorrente da audiência de seus sites.

E por tanta onipresença, com o ex-presidente querendo abraçar e cuidar de todos, como ficou claro após o encerramento de toda a argumentação feita durante aproximadamente duas horas, Luiz Inácio LULA da Silva poderá vir a ser “o candidato do MST, dos trabalhadores, dos pequenos e médios empresários, dos agricultores familiares, do agronegócio comprometido com a sustentabilidade, dos militares nacionalistas e até mesmo da Faria Lima“, diz Attuch. Isso porque, segundo o jornalista, ele “voltou a ser percebido pela sociedade brasileira como aquilo que sempre foi: a representação real de um centro democrático, que é capaz de coordenar os interesses de todos os setores da sociedade, em busca do bem comum“.

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