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    Celular do pai de Daniel Vorcaro é apreendido em cela de presídio de segurança máxima

    — calculando —
    Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro

    📷 Henrique Moura Vorcaro, pai do empresário Daniel Vorcaro / Imagens reprodução redes sociais [digital remaster upscaling photo]

    RESUMO
    URBS MAGNA

    | Brasília (DF)
    23 de junho de 2026

    Um celular foi apreendido na cela ocupada por Henrique Moura Vorcaro, pai do empresário Daniel Vorcaro, no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, informa a Rádio Itatiaia.

    Segundo o texto, a ação ocorreu na noite de segunda-feira (22/jun) e reforça o rigor do monitoramento sobre investigados em casos de grande porte envolvendo o sistema financeiro nacional.

    A apreensão foi realizada por policiais penais do Comando de Operações Penitenciárias Especiais (Cope), com a presença do superintendente do Sistema Prisional de Minas Gerais.

    Henrique Moura Vorcaro cumpre prisão preventiva na ala 15, anexo 3, da unidade desde 14 de maio, quando foi detido na sexta fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal a pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.

    A Operação Compliance Zero investiga supostas fraudes bilionárias ligadas ao Banco Master, instituição controlada por Daniel Vorcaro.

    Segundo a Polícia Federal, Henrique Moura Vorcaro atuava como operador financeiro do esquema, responsável por movimentações suspeitas, emissão de títulos de crédito fraudulentos e ocultação de recursos.

    A investigação também aponta que ele teria liderado ou financiado o grupo conhecido como “A Turma”, descrito como uma espécie de milícia pessoal usada para monitorar e intimidar adversários dos investigados.

    Em decisão recente, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal referendou, por maioria, a manutenção da prisão preventiva de Henrique Moura Vorcaro e de seu primo Felipe Cançado Vorcaro.

    O colegiado considerou presentes os requisitos legais para a medida cautelar, incluindo risco de continuidade delitiva e possível interferência nas investigações.

    A apreensão do aparelho celular no interior da cela representa mais uma diligência no ambiente prisional e ocorre em momento em que as autoridades buscam aprofundar o entendimento sobre eventuais contatos ou tentativas de comunicação por parte dos investigados.

    A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais ainda não se manifestou oficialmente sobre os detalhes da operação.



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