Atriz bolsonarista disse que recebia “imagens inacreditáveis de crianças de 6, 7 anos se beijando” em “espaço chamado ‘beijódromo’ ou algo assim”, em crítica à Leda Nagle sobre “ideologia de gênero que já está nas escolas”
RECEBA Urbs Magna no Canal WHATSAPP ![]()
A atriz bolsonarista Cassia Kis virou ré por homofobia após a 2ª Vara Federal do Rio de Janeiro aceitar queixa-crime foi movida pelo coletivo Antra (Articulação Nacional dos Transgêneros) e pelo ator José de Abreu devido preconceito contra pessoas transexuais e pode ter que pagar multa de até R$ 1 milhão.
Em outubro de 2022 a artista deu uma entrevista à jornalista Leda Nagle, para quem afirmou que relações homoafetivas estão “destruindo a família”:
“Não existe mais o homem e a mulher, mas mulher com mulher e homem com homem. Essa ideologia de gênero que já está nas escolas. Eu recebo as imagens inacreditáveis de crianças de 6, 7 anos se beijando, onde há inclusive um espaço chamado ‘beijódromo’ ou algo assim”, disse Cássia Kis, sem apresentar as provas do que afirmou.
“O que está por trás disso? Destruir a família, sem dúvida nenhuma. E não só. Destruir a vida humana, na verdade, porque que eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, prosseguiu a atriz, conforme transcreveu o F5.
Ainda naquele ano, foram propostas três ações civis públicas relacionadas a Cássia Kis, no processo que foi aceito pelo MPF (Ministério Público Federal), mas cuja denúncia ainda não recebida.
Somente uma das ações foi aceita pela Justiça Federal, com o juiz Mauro Luis Rocha Lopes designado para analisá-la.
Além disso, Kis enfrenta outra ação por homofobia movida pelo Grupo Arco-Íris, solicitando R$ 250 mil em indenização coletiva para programas de combate à LGBTfobia.
RECEBA Urbs Magna no Canal WHATSAPP ![]()
