Cassar o mandato de Glauber Braga seria abrir um perigoso precedente de perseguição à esquerda
Glauber Braga durante entrevista coletiva após encerramento da greve de fome 17.4.2025 – imagem reprodução
Adiamento da cassação não foi gesto de boa vontade da Câmara, mas resultado da pressão dos movimentos sociais, da mobilização popular e da resistência de quem não aceita que vozes combativas sejam silenciadas – SAIBA MAIS
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Brasília, 18 de abril de 2025
Por Beta Bastos, no X:
“A cassação do mandato de Glauber Braga foi adiada. E isso não foi um gesto de boa vontade da Câmara — foi resultado direto da pressão dos movimentos sociais, da mobilização popular e da resistência de quem não aceita que vozes combativas sejam silenciadas.
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Querem punir Glauber por reagir a uma agressão verbal covarde, feita contra sua mãe falecida, enquanto figuras públicas que defendem ditadura, espalham fake news e incitam o ódio seguem impunes.
Onde está a proporcionalidade?
Cassá-lo seria não apenas punir um indivíduo — mas abrir um perigoso precedente de perseguição à esquerda, ao PSOL, à oposição real, ao povo que ousa ocupar o Congresso para defender direitos.
Glauber segue firme. Em greve de fome, com dignidade e coragem.
E não está sozinho. A democracia não se protege com silêncio — se protege com luta”.
“Glauber Braga encerra sua greve de fome após uma semana de resistência contra o avanço autoritário de seu processo de cassação.
O acordo com Hugo Motta garante o mínimo: 60 dias de prazo para apresentar sua defesa antes de qualquer votação em plenário.
Mas o alerta permanece: não é apenas o mandato de Glauber que está em jogo — é o direito à oposição combativa, à crítica contundente, à liberdade de expressão no Parlamento.
Cassar Glauber é calar vozes que denunciam os conchavos, as privatizações e os interesses do capital. Seguimos vigilantes. A democracia se defende com coragem — e Glauber tem dado exemplo disso”.
A cassação do mandato de Glauber Braga foi adiada.
E isso não foi um gesto de boa vontade da Câmara — foi resultado direto da pressão dos movimentos sociais, da mobilização popular e da resistência de quem não aceita que vozes combativas sejam silenciadas.