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Conexão Varginha: Congresso dos EUA investiga “recuperação de restos biológicos” em solo brasileiro

    Legisladores americanos confrontam o Pentágono sobre o “Roswell do Brasil” e exigem desclassificação de arquivos secretos que envolvem forças militares estrangeiras

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    ET de Varginha
    ET de Varginha é lembrado na cidade com estátuas, planetário, e memorial – Imagem reprodução Google Street View

    Resumo Interativo
    RESUMO

    O Congresso dos EUA intensificou as investigações sobre o caso do ET de Varginha, integrando-o em audiências oficiais de segurança nacional entre 2024 e 2025. Parlamentares como Tim Burchett e Eric Burlison lideram a pressão pela desclassificação de arquivos, baseando-se em novos depoimentos trazidos pelo documentarista James Fox. As evidências sugerem a participação direta de militares americanos na recuperação de materiais biológicos não humanos em Minas Gerais, fato que impulsionou o “UAP Transparency Act”. Enquanto o Pentágono mantém a negação formal, o Capitólio avança com leis que obrigam a abertura de dados sigilosos, tratando o evento brasileiro como um marco da ufologia mundial e da transparência governamental.


    Washington, D.C. (EUA)/Varginha (MG-BR) · 10 de janeiro de 2026

    O incidente de Varginha, ocorrido em 1996 em Minas Gerais, deixou de ser um folclore regional para se tornar uma peça-chave no tabuleiro da segurança nacional dos Estados Unidos.

    Em uma série de audiências sem precedentes no Comitê de Supervisão da Câmara, parlamentares americanos estão pressionando o Departamento de Defesa para que revelem a extensão do envolvimento dos EUA na recuperação de materiais e seres de origem não humana em território brasileiro.

    O “Roswell do Brasil” no Salão do Congresso

    Durante as sessões intituladas “Unidentified Anomalous Phenomena: Exposing the Truth” (Fenômenos Anômalos Não Identificados: Expondo a Verdade), o caso Varginha foi citado como um dos exemplos mais robustos de cooperação internacional para o encobrimento de tecnologia não humana.

    O congressista Tim Burchett, figura central na luta pela transparência, tem sido enfático sobre a necessidade de abrir os arquivos.

    Em declarações recentes, ele afirmou que “o público americano e a comunidade internacional merecem saber a verdade sobre o que foi recuperado e para onde foi levado”.

    O cineasta e investigador James Fox, que apresentou evidências cruciais a membros do Congresso, trouxe novos depoimentos de militares brasileiros que alegam ter participado da operação de transporte de “seres” da base de ESA (Escola de Sargentos das Armas) para instalações sob custódia americana.

    Segundo Fox, em declarações repercutidas por fontes como o The Guardian, existe uma “rede vasta de indivíduos e grupos” que confirmam que o Exército dos EUA teria liderado a remoção dos destroços e dos espécimes biológicos de Varginha.

    Testemunhos e a “Lei de Transparência UAP 2025”

    A pressão escalou com a introdução do “UAP Transparency Act” em 11 de fevereiro de 2025. O projeto de lei exige que o presidente direcione todas as agências federais a desclassificarem documentos relacionados a fenômenos anômalos em até 270 dias.

    Durante a audiência de 13 de novembro de 2024, o ex-oficial de inteligência do Departamento de Defesa, Luis Elizondo, foi questionado sob juramento se o governo dos EUA possui programas de engenharia reversa de naves alienígenas.

    A resposta foi direta: “Sim”. O jornalista e investigador Michael Shellenberger, ao depor no mesmo painel, destacou que “a falta de transparência sobre os UAPs corroeu a confiança pública nas instituições que deveriam nos proteger”.

    Evidências Inéditas e Conflitos de Narrativa

    Embora o Pentágono, através do escritório AARO (All-domain Anomaly Resolution Office), continue a afirmar que não há evidências verificáveis de tecnologia extraterrestre, o ceticismo no Capitólio é palpável.

    O congressista Eric Burlison reforçou a urgência da investigação ao declarar que “a luz do sol é o melhor desinfetante, e o povo merece a verdade” em 29 de agosto de 2025.

    Documentos citados por investigadores nos EUA sugerem que o transporte do material de Varginha teria sido realizado por uma aeronave de carga da US Air Force (Força Aérea dos EUA) que partiu de Campinas, São Paulo, logo após o incidente.

    “Havia mais oficiais de alta patente naquela base do que eu jamais vi em toda a minha vida”, relatou um ex-chefe de polícia da região brasileira a James Fox, sublinhando a natureza anômala da operação militar.

    O que esperar a partir de agora?

    Com a aprovação de emendas à NDAA (Lei de Autorização de Defesa Nacional) para o ano fiscal de 2025 e 2026, o cerco está se fechando.

    A expectativa é que o Congresso convoque novos depoimentos de “testemunhas de primeira mão” que trabalharam em programas de recuperação de naves, incluindo aqueles que podem lançar luz definitiva sobre o que realmente aconteceu no interior de Minas Gerais há três décadas.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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