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Caso Orelha: MP-SC pede diligência extra e fontes indicam arquivamento por falta de provas

    Investigação sobre a morte do cão comunitário na Praia Brava entra em fase decisiva com novo pedido do Ministério Público

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    O cão
    O cão comunitário Orelha na Praia Brava, Florianópolis, antes da tragédia / Foto por morador local, via Phaedra/X
    RESUMO
    URBS MAGNA

    Brasília (DF) · 10 de abril de 2026

    O Ministério Público de Santa Catarina oficializou novo pedido de diligência à Polícia Civil de Santa Catarina no Caso Orelha.

    A morte do cão comunitário Orelha, que vivia havia dez anos na Praia Brava, em Florianópolis, ocorreu após agressão na madrugada de 4 para 5 de janeiro de 2026.

    O animal foi encontrado agonizando por moradores, com ferimentos graves na cabeça e no olho esquerdo, e não resistiu.

    A investigação mobilizou a opinião pública e gerou debates sobre direitos dos animais e o devido processo legal.

    A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu o inquérito em 3 de fevereiro de 2026 e entregou o material ao Ministério Público de Santa Catarina.

    Em 10 de fevereiro, a promotoria já havia requisitado 35 diligências complementares, incluindo a exumação do corpo.

    O laudo pericial examinou minuciosamente os ossos e concluiu que “não foi constatada qualquer fratura ou lesão que pudesse ter sido causada por ação humana”. Ainda assim, registrou ser “plenamente plausível” trauma contundente na cabeça.

    Imagens de câmeras de segurança são escassas e não captaram o momento exato da agressão.

    O Ministério Público de Santa Catarina mantém duas frentes: a 10ª Promotoria (Infância e Juventude) analisa atos infracionais de adolescentes, e a 2ª Promotoria (Criminal) investiga coação de testemunhas por adultos.

    Três parentes de investigados foram indiciados por coação no curso do processo. O Estatuto da Criança e do Adolescente impede a divulgação de nomes de menores.

    Até o momento, não há elementos suficientes para denúncia contra todos os envolvidos, o que leva a prever o arquivamento caso a nova diligência não traga provas robustas.

    A decisão final do Ministério Público de Santa Catarina é esperada até o fim de abril de 2026, segundo o NSC Total.

    O Ministério Público de Santa Catarina não emitiu nova nota oficial sobre o resultado da diligência solicitada.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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