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“Nova lava jato destaca confusão nos Poderes para interferir em 2026, com ajuda da imprensa e Lula no alvo”: Tá nas redes

Enquanto isso, o governador do DF, o ex-presidente do BC e os parlamentares bolsonaristas no celular de Vorcaro saem de foco; há uma conspiração com objetivos bem definidos“, dizem perfis

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Lula durante
Lula durante posse em 1º de janeiro de 2023 / Foto: Eraldo Peres/AP | André Mendonça durante sessão no STF / Foto: Carlos Moura/SCO/STF | Malu Gaspar / Foto: reprodução/Globo News
RESUMO
URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


Brasília (DF) · 07 de março de 2026

As redes sociais – o termômetro social em tempo real que capta as opiniões, tendências e o humor coletivo, refletindo a temperatura da sociedade, estão denunciando uma nova Lava Jato no caso Master para interferir nas eleições e atingir Lula.

A percepção de várias contas é a de que, enquanto governador do DF (Distrito Federal), Ibaneis Rocha (MDB), o ex-presidente do BC (Banco Central do Brasil), Roberto Campos Neto, e parlamentares bolsonaristas no celular de Vorcaro, cujos nomes foram divulgados por algumas mídias, saem de foco, uma conspiração está em pleno funcionamento, com apoio da imprensa e confusão entre poderes.

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O jornalista Lula Falcão (@lulafalcao) resumiu em postagem no X o sentimento que se espalhou por diversos perfis nas últimas horas:

“Para muita gente não existe separação de poderes. STF e governo seriam a mesma coisa. Não é. Mas a nova lava jato dá força a essa confusão para interferir nas eleições, com ajuda da imprensa. O alvo da conspiração é Lula. Enquanto isso, o governador do DF, o ex-presidente do BC e os parlamentares bolsonaristas no celular de Vorcaro saem de foco. Há uma conspiração com objetivos bem definidos”.

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O raciocínio ganhou eco imediato. A estrategista digital Kriska Pimentinha (@KriskaCarvalho) reproduziu uma matéria do jornalista Luís Nassif, que também classifica o momento como “Lava Jato 2”, com “fase dos vazamentos em série” direcionados a Fábio Luiz (Lulinha), enquanto “não houve um vazamento sequer sobre governadores do Centrão, sobre Ibaneis”.

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O perfil Thiago dos Reis (@ThiagoResiste) explica os motivos que tornam “suspeito” o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça.

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Outros usuários reforçaram a percepção de seletividade: nomes como Ibaneis Rocha, Campos Neto e parlamentares bolsonaristas aparecem na lista de contatos extraída do aparelho de Daniel Vorcaro, mas o destaque midiático recai sobre eventuais menções a aliados do governo federal.

As matérias de veículos tradicionais dão sustentação factual a esse debate sem endossar teorias. Segundo o UOL, a investigação do caso Master provocou “crise sem precedentes entre STF e PF”, culminando na renúncia de Dias Toffoli à relatoria após menções ao ministro no celular de Vorcaro (quarta-feira, 04/mar).

O O Globo registrou que a esquerda associa o escândalo à gestão Campos Neto no BC e a nomes como Ibaneis Rocha e Tarcísio de Freitas, enquanto a direita ressalta críticas feitas pelo próprio banqueiro a Jair Bolsonaro (reportagem de dois dias atrás).

Até outra ala da também tendenciosa Folha de S.Paulo alertou que o caso Master “pode se transformar numa nova Lava Jato, ou até pior”, com potencial de abalar a base governista e a relação entre os Poderes.

O Intercept Brasil questionou se a apuração repetirá os “erros da Lava Jato” ao lidar com elites financeiras e políticas.

Perfis progressistas destacam que a cobertura jornalística e os vazamentos seletivos amplificam a narrativa de “confusão de poderes”, exatamente como denunciado por Lula Falcão, enquanto contatos bolsonaristas e do Centrão no celular de Vorcaro recebem menos ênfase pública.

A percepção de lawfare eleitoral ganha força nas redes à medida que se aproximam as eleições de 2026.

Neste sábado (7/mar), as novas postagens em perfis alinhados ao governo seguem pipocando na timeline da rede social e reforçam a tese de seletividade nos vazamentos.

Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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