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‘Caixa paralelo’ com cartões corporativos ocorria dentro do Planalto sob Bolsonaro, diz site

    O ex-presidente Jair Bolsonaro e seu ajudante de ordens, o tenente-coronel do Exército, Mauro Cesar Barbosa Cid | Foto de José Dias/PR

    Suposto esquema conhecido entre investigadores como “rachadinha palaciana” tinha como figura central o ajudante de ordens do ex-presidente, o tenente-coronel do Exército, Mauro Cesar Barbosa Cid

    Um ‘caixa paralelo’ ocorria dentro do Palácio do Planalto, sob a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e tinha como figura central o tenente-coronel do Exército, Mauro Cesar Barbosa Cid, ou ‘coronel Cid‘, que foi ajudante de ordens do antecessor de Lula, Os investigadores denominaram a movimentação como “rachadinha palaciana”, diz matéria no portal de notícias Metrópoles.

    Coronel Cid tornou-se alvo dos inquéritos do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes. A partir da quebra de sigilo. foi observado que o personagem centralizava recursos sacados de cartões corporativos do governo ao mesmo tempo em que tinha a tarefa de cuidar do pagamento, com dinheiro vivo, de diversas despesas da família Bolsonaro, diz a matéria. 

    Entre essas contas estava um fatura de um cartão de crédito usado por Michelle Bolsonaro, mas emitido em nome de uma amiga dela, que era funcionária do Senado Federal, Rosimary Cardoso Cordeiro. A origem de alguns dos recursos manejados por Cid, além dos cartões corporativos usados pelo staff da Presidência. foi um dos pontos que mais chamou a atenção dos investigadores.

    Indícios mostraram que os valores provenientes de saques feitos por outros militares ligados a Cid e lotados em quartéis de fora de Brasília eram repassados a ele, afirmam os jornalistas que editaram a publicação, revelanto ainda que as investigações ligam o ajudante de ordens aos atos golpistas de apoiadores de Bolsonaro, no ‘8 de Janeiro’.

    A postagem no site aponta para audio posicionando Cid como elo entre Bolsonaro e radicais instigadores do golpe, entre eles o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos. As investigações mostram que o ex-presidente tinha conhecimento e controle de tudo o que seu ajudante de ordens fazia. 

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