ARRASTE 0%
Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
```html ```
Avançar para o conteúdo

Bretas vê ‘confissão fantasiosa’ e impõe mais 33 anos a Sergio Cabral, que passa a acumular 266 anos de prisão


    Ex-governador do Rio mudou sua estratégia de defesa e passou a confessar crimes, mas juiz da Lava Jato diz que relatos não são autênticos


    SENTENÇA: https://urbsmagna.com/wp-content/uploads/2019/10/Sentença-Lava-Jato.pdf


    O juiz da Lava Jato do Rio, Marcelo Bretas, desconsiderou as confissões do ex-governador Sérgio Cabral (MDB) e impôs a ele mais uma dura pena de 33 anos e três meses pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.




    “Não há que se aplicar a atenuante genérica de confissão (artigo 65, III, do Código Penal), na medida em que não foi autêntica, mas fantasiosa e inverídica a tese de que os valores recebidos se tratavam doações para fins eleitorais, não amparada em nenhum elemento de prova”, escreveu o magistrado.

    Com a sentença, o emedebista chega aos 266 anos de prisão.

    Segundo consta nos autos, em seu interrogatório, Cabral admitiu que ordenava Carlos Miranda e Sérgio de Oliveira Castro ‘a entregarem recursos aos irmãos Chebar para custódia, corroborando o que disseram os colaboradores, apesar de afirmar que a origem de tais valores seriam “colaborações para campanhas eleitorais”, e não atos de corrupção e que desconhecia o destino final dos referidos valores, assim como as contas em que os mesmos foram depositados’.




    Carlos Miranda foi braço-direito de Cabral e é delator na Lava Jato. Já Sérgio de Oliveira Castro, o Serjão, é tudo como operador do emedebista.

    Segundo Bretas, o ex-governador ‘vendeu a empresários a confiança que lhe foi depositada pelos cidadãos do Estado do Rio de Janeiro, razão pela qual a sua culpabilidade, maior do que a de um corrupto qualquer, é extremamente elevada’.

    “Ainda que não se possa afirmar que o comportamento deste condenado seja o responsável pela excepcional crise econômica vivenciada por este estado, é indubitável que os episódios de corrupção tratados nestes autos diminuíram significativamente a legitimidade das autoridades estaduais na busca para a solução da crise atual”, escreveu.

    Nesta ação, o ex-governador é acusado de supostas propinas de US$ 3 milhões da Odebrecht. “De fato, a partir dos depoimentos prestados em Juízo e do conjunto probatório produzido nos autos ficou devidamente demonstrado que o acusado Sérgio Cabral recebeu no exterior, através da conta AD84 0006 0008 2112 0049 7714, pertencente a empresa CANDANCE INTERNATIONAL INC (fls. 606, aberta pelo colaborador RENATO CHEBAR, ao menos USD 3.000.000,00 em vantagens indevidas pagas pela Construtora ODEBRECHT”, escreveu Bretas.

    via Estadão

    1 comentário em “Bretas vê ‘confissão fantasiosa’ e impõe mais 33 anos a Sergio Cabral, que passa a acumular 266 anos de prisão”

    1. Magda ferreira santos

      ELE REALMENTE MERECE, MAS VOCÊ DEVERIA IR JUNTO POR SUAS PATUSCADAS DE APOIO AOS MILICIANOS!!

    Os comentários estão fechados.

    文

    Discover more from Urbs Magna

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading