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Brasil sobe 30 posições em ranking global da indústria de transformação após redução de juros no Governo Lula

    Levantamento do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial mostrou um crescimento de 2,9% na produção industrial no segundo trimestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2023

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    O Brasil subiu 30 posições no ranking global da indústria de transformação, após a redução dos juros entre 2023 e 2024, alcançando o 40º lugar entre 116 países, com um crescimento de 2,9% na produção industrial no segundo trimestre de 2023, segundo dados do IEDI (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) divulgados no jornal O Estado de S. Paulo.

    O resultado reflete uma recuperação significativa do país, que subiu da 70ª posição no ano anterior, resultado de políticas assertivas e investimento no setor. O Presidente Lula e o vice Geraldo Alckmin celebraram nas redes sociais, com Lula destacando que o sucesso é fruto de trabalho duro, não de sorte.

    O Brasil não para de avançar, doutor Alckmin. Em um ano, subimos 30 posições no ranking de produção industrial entre 116 países. Resultado da política de incentivo aos investimentos, da estabilidade política e econômica, e do retorno do Brasil aos mercados internacionais. Alguns chamam de sorte, mas é só trabalho duro“, escreveu o Presidente.

    O vice-presidente logo respondeu, reforçando a mensagem e afirmando que “a sorte segue a coragem desde que a coragem seja competente, presidente Lula”. Afinal, tantos bons resultados assim só podem ser fruto de um trabalho sério, dedicado e focado no crescimento do país e no bem da população.

    Nova Indústria Brasil

    O NIB, plano do governo para fortalecer o setor industrial, é considerado crucial para a recuperação econômica. O economista-chefe do Iedi, Rafael Cagnin, ressalta que a recuperação é impulsionada pela redução da taxa Selic, que facilitou o acesso ao crédito para bens duráveis, com essa indústria liderando o dinamismo industrial em 2023.

    O senador Paulo Paim (PT-RS) destacou que a Nova Indústria Brasil é crucial para a economia brasileira e para o crescimento do país, especialmente com esta avanço de trinta posições em no ranking e um crescimento de 2,9% na produção industrial no segundo trimestre.

    É um “divisor de águas. Os resultados já começaram a aparecer: subimos trinta posições em um ranking de 116 países, e nossa produção industrial cresceu 2,9% no segundo trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado”, celebrou o parlamentar em suas redes sociais.

    Programas governamentais que promoveram a melhoria do mercado de trabalho e o reajuste do salário mínimo acima da inflação também impulsionaram o crescimento. Porém, Cagnin alerta que o recente aumento dos juros pode frear esse avanço, trazendo incertezas.

    Contraste com outros países

    O desempenho positivo da indústria brasileira se destaca em relação a países da América Latina, como México (-1%), Chile (-0,6%), Colômbia (-3%) e Argentina (-17,1%), além de superar potências globais como Estados Unidos (-0,1%), Reino Unido (-0,5%) e França (-1,5%).

    Apesar do cenário promissor, a alta da Selic e a guerra comercial entre EUA e China exigem cautela e monitoramento. Políticas de longo prazo e investimento em inovação são essenciais para garantir o desenvolvimento contínuo da indústria no Brasil.

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