Segundo o estadista, que compartilhou um vídeo sobre o tema em sua conta no X, o País tem agora “mais de 100 milhões de pessoas ocupadas” – Taxa no primeiro trimestre foi de 7,9% – o menor índice desde 2014, que foi de 7,2%
O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi às redes sociais na manhã desta segunda-feira (22/7) para comemorar a menor taxa de desemprego do país no primeiro trimestre de 2024, de 7,9%, desde 2014, quando foram registrados 7,2% sem ocupação.
“O Brasil registrou o menor desemprego em 10 anos. Mais de 100 milhões de pessoas ocupadas. Isso é só o começo, ainda tem muito trabalho pela frente. Fé no Brasil“, escreveu o estadista em sua conta oficial na plataforma social de microblogging X, onde também compartilhou um vídeo sobre o tema.
Assista a seguir e saiba mais depois:
O Brasil registrou o menor desemprego em 10 anos. Mais de 100 milhões de pessoas ocupadas. Isso é só o começo, ainda tem muito trabalho pela frente. Fé no Brasil. #EquipeLula pic.twitter.com/j4Ohj2toMk
— Lula (@LulaOficial) July 22, 2024
A taxa de desemprego do país no primeiro trimestre de 2024 foi de 7,9%, uma queda de 0,9 ponto percentual em comparação com o mesmo trimestre de 2023 (8,8%), de acordo com a PNAD Contínua divulgada pelo IBGE. Essa taxa é a mais baixa da série histórica do primeiro trimestre em 10 anos, superando o índice registrado no primeiro trimestre de 2014, que era de 7,2%.
Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a taxa de desocupação caiu em 21 estados e no DF, com as unidades da federação que registraram menor nível de desocupados sendo: Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Goiás e DF.
O desemprego aumentou em quatro estados: Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, enquanto em Santa Catarina permaneceu estável em 3,8%.
A queda anual na procurar por trabalho de longa duração continuou, com 1,9 milhão de pessoas nessa situação no primeiro trimestre de 2024, uma redução de 14,5% em comparação com o mesmo período de 2023. Além disso, houve um aumento no rendimento médio mensal, subindo para R$ 3.123 no trimestre encerrado em março, em comparação a R$ 3.004 no mesmo trimestre do ano anterior.
As taxas de desocupação são mais altas para mulheres, pessoas pretas e pardas, e aqueles com ensino médio incompleto. No primeiro trimestre, a taxa de desocupação foi de 6,5% para homens e 9,8% para mulheres.
Os que se declararam brancos tiveram uma taxa de 6,2%, enquanto os pretos e pardos ficaram acima da média com 9,7% e 9,1% respectivamente. Em relação ao nível de instrução, a taxa de desocupação foi de 13,9% para pessoas com ensino médio incompleto, 8,9% para os com superior incompleto e 4,1% para os com nível superior completo.
