[imagem_destacada]
População com mais de 25 anos alcança marco histórico com 20% de ensino superior completo, diz IBGE – SAIBA MAIS
COMPARTILHE:
✅ UrbsMagna no WhatsApp
——-Canais de Notícias——-
➡️ UrbsMagna no Telegram
![]()
Brasília, 15 de junho de 2025
Pela primeira vez na história, o Brasil alcançou um marco educacional significativo: 20% da população com mais de 25 anos possui ensino superior completo, segundo dados do IBGE.
A taxa de analfabetismo também registrou um recorde positivo, caindo para 5,3% em 2024.
Esses avanços são atribuídos a políticas públicas de longo prazo iniciadas no primeiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como o PROUNI, o Novo Fies, o Reuni e a política de cotas.
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), celebrou os resultados em suas redes sociais, destacando que “os números mostram que estamos no rumo certo”.
Ela enfatizou que investimentos em educação, como os programas citados, são essenciais para o desenvolvimento do país. “Dinheiro pra educação é investimento!”, afirmou Hoffmann.
Pela primeira vez a população brasileira com mais de 25 anos tem ensino superior completo, de acordo com o IBGE. Este recorde histórico é o resultado de políticas de longo prazo lançadas no primeiro governo do presidente Lula, como o PROUNI, o Novo Fies, o Reuni, além da política…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) June 14, 2025
Impacto das Políticas Educacionais
O PROUNI (Programa Universidade para Todos), criado em 2004, foi decisivo ao oferecer bolsas de estudo em instituições privadas. Já o Novo Fies ampliou o financiamento estudantil, beneficiando 112 mil estudantes em 2024.
O Reuni (Reestruturação e Expansão das Universidades Federais) duplicou vagas em universidades públicas entre 2003 e 2014, enquanto a política de cotas garantiu inclusão de 1,1 milhão de estudantes de baixa renda, negros, indígenas e quilombolas.
LEIA MAIS APÓS OS ANÚNCIOS
Os dados do IBGE mostram que a taxa de analfabetismo caiu de 5,6% em 2022 para 5,3% em 2024, um avanço rumo à meta de erradicação prevista pelo Plano Nacional de Educação (PNE) para 2024.
Apesar dos progressos, Gleisi Hoffmann reconheceu que “ainda há muito a fazer” para universalizar o acesso à educação de qualidade.
Desafios e Perspectivas Futuras
Embora o Brasil tenha superado a meta do PNE de 33% dos jovens de 18 a 24 anos cursando ensino superior (atingindo 34,2% em 2024), o país ainda enfrenta desigualdades.
A proporção de pretos e pardos com ensino superior completo é de 15,8%, contra 24,7% entre brancos, evidenciando a necessidade de mais políticas afirmativas.
O MEC anunciou investimentos de R$5,5 bilhões até 2026 para expandir universidades federais e consolidar hospitais universitários via Novo PAC.
Programas como Pé-de-Meia, que combate a evasão escolar, também contribuíram para o aumento de 94% de concluintes do ensino médio na rede pública inscritos no Enem em 2024.












