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Terceira gestão Lula gera recorde de 130 milhões de passageiros aéreos em 2025, um boom no setor

    Expansão aérea impulsiona acessibilidade e crescimento econômico, com tarifas mais baixas estimulando milhões a voar pela primeira vez

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    Passageiros lotam
    Passageiros lotam terminal aéreo no Brasil durante o recorde histórico de 2025 | Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
    RESUMO

    O Brasil registrou recorde histórico de 130 milhões de passageiros aéreos em 2025, crescimento de 9% sobre 2024, superando níveis pré-pandemia. Voos domésticos somaram 91,9 milhões de assentos (+8%), internacionais 25,8 milhões (+13,6%). Tarifa média caiu 11,7%, para R$ 639,22, com mais da metade das passagens abaixo de R$ 500. Ministro Silvio Costa Filho atribui ao governo Lula e investimentos de R$ 5,6 bi em aeroportos.


    Brasília (DF) · 19 de janeiro de 2026

    O setor de aviação civil no Brasil alcançou um patamar inédito, com aproximadamente 130 milhões de passageiros transportados em voos domésticos e internacionais ao longo de 2025.

    Esse volume representa um incremento de 9% em relação a 2024, superando pela primeira vez os níveis pré-pandemia, conforme dados consolidados pelo Ministério de Portos e Aeroportos e pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). O marco reflete não apenas a resiliência econômica, mas também investimentos estratégicos que ampliaram a conectividade nacional.

    Até novembro de 2025, o transporte aéreo já havia movimentado mais de 117 milhões de passageiros, um salto de 9,3% ante o mesmo período anterior.

    Os voos domésticos lideraram com 91,9 milhões de assentos comercializados, crescimento de 8%, enquanto os internacionais registraram 25,8 milhões de passageiros, alta de 13,6%.

    Esse dinamismo é atribuído a um ciclo robusto de expansões, incluindo a adição de rotas e a modernização de infraestrutura em 20 aeroportos distribuídos por nove estados, com aportes de R$ 5,6 bilhões.

    Paralelamente, a acessibilidade ganhou impulso com a redução de 11,7% na tarifa aérea média entre 2022 e 2025, ajustada pela inflação, caindo de R$ 724,69 para R$ 639,22.

    Essa retração, impulsionada pela queda nos custos de combustível de aviação, democratizou o acesso ao modal. O ministro Sílvio Costa Filho, de Portos e Aeroportos, enfatizou, conforme o Brasil 247:

    “Essa queda se reflete diretamente no bolso do consumidor. Mais da metade das passagens vendidas em 2025 foram por valores abaixo de R$ 500”.

    Tal cenário fomentou a inclusão de novos perfis de viajantes, com o governo Lula registrando 30 milhões de passageiros adicionais em três anos – equivalente ao dobro da movimentação anual do Aeroporto Internacional de Brasília.

    Outubro de 2025 ilustra o vigor: mais de nove milhões de passageiros em voos domésticos, o maior volume para o mês desde 2000, segundo a Aero Magazine. Para a alta temporada de verão, entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, as companhias projetaram 150 mil voos, ofertando mais de 20 milhões de assentos.

    Esse otimismo é ecoado pelo ministro Costa Filho: “Este crescimento é um reflexo da economia do Brasil, das políticas públicas do Governo Lula que promovem o desenvolvimento socioeconômico do país”, conforme registrado no portal oficial do ministério em 23/dez.

    O internacional também despontou, representando 22% do total, graças ao reposicionamento global do Brasil. “O Brasil voltou à cena mundial com o presidente Lula. Retomamos o diálogo com diversos países, reforçando nosso potencial econômico e turístico”, pontuou o ministro.

    Esse contexto posiciona a aviação como vetor de integração regional, mitigando desigualdades e impulsionando o turismo interno.

    Em janeiro de 2026, o setor sinaliza mais inovações, com a PANROTAS reportando a entrada de duas novas companhias regionais, incluindo a Total Linhas Aéreas expandindo para passageiros.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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