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Lula quita R$ 1,3 bilhão em contribuições a 62 organismos internacionais em 2025

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    O Presidente
    O Presidente Lula com o Boné anti-imperialista O Brasil É Dos Brasileiros | Imagem reprodução/@LulaOficial/X


    Governo do estadista reforça compromisso com multilateralismo e cooperação global ao pagar integralmente suas obrigações financeiras com entidades como ONU, OMS e OEA, promovendo desenvolvimento, meio ambiente e integração regional



    Brasília, 14 de julho de 2025

    O governo do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deu um passo expressivo para consolidar sua posição no cenário global ao quitar, desde o início de 2025, R$ 1,3 bilhão em contribuições e integralizações a 62 organismos internacionais.

    A ação, conduzida pelos Ministérios do Planejamento e Orçamento (MPO) e das Relações Exteriores (MRE), destaca o compromisso do país com o multilateralismo, a integração regional e a cooperação em áreas estratégicas como saúde, comércio, direitos humanos, ciência, tecnologia e sustentabilidade.

    Entre os principais pagamentos, está a quitação integral das contribuições ao orçamento regular da Organização das Nações Unidas (ONU), ao Mecanismo Residual para Tribunais Criminais (IRMCT) e às missões de paz.

    Após esforços em 2023 para sanar pendências financeiras acumuladas, o governo federal se destacou em 2024 e o Brasil foi um dos poucos países com obrigações junto à ONU totalmente em dia, reforçando sua credibilidade internacional.

    Além da ONU, o Brasil honrou compromissos com organismos de peso, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Tribunal Penal Internacional (TPI), a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN).

    Na esfera regional, foram quitadas contribuições à Organização dos Estados Americanos (OEA), ao MERCOSUL, à Associação Latino-Americana de Integração (ALADI) e à Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).

    No âmbito financeiro, o país realizou a integralização de cotas na Corporação Financeira Internacional (IFC), do Grupo Banco Mundial, fortalecendo sua influência nas decisões da instituição e apoiando investimentos privados com impacto socioeconômico.

    Pagamentos também foram iniciados ao Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF) e ao Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (FONPLATA).

    A preservação ambiental ganhou destaque com aportes a organismos como a Convenção sobre Espécies Migratórias (CMS), a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD) e a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES).

    Essas ações reforçam o compromisso brasileiro com a sustentabilidade, especialmente relevante diante da emergência climática e da preparação para sediar a COP 30, em Belém.

    A regularidade nos pagamentos, gerida com responsabilidade fiscal, reflete a prioridade do governo em manter uma presença ativa no sistema multilateral. A iniciativa fortalece a promoção da paz, da cooperação internacional e do desenvolvimento socioeconômico, alinhando o Brasil aos desafios globais e regionais.



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