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Brasil gera 654 mil empregos no 1º trimestre de 2025, segundo dados do Novo Caged desta quarta (30)

    Brasil gera 654 mil empregos no 1º trimestre de 2025, segundo dados do Novo Caged desta quarta (30)


    Presidente LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA ao lado da Primeira-Dama, ROSÃNGELA LULA SILVA, no Vaticano, durante cerimônia fúnebre do Para FRANCISCO | imagem reprodução


    Em março, o saldo registrado chegou a 71,5 mil. Desde janeiro de 2023, são quase 3,8 milhões de vagas formais – SAIBA MAIS

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    Brasília, 30 de abril de 2025

    O Brasil alcançou um novo marco no mercado de trabalho formal, gerando 654 mil empregos com carteira assinada no primeiro trimestre de 2025, conforme dados do Novo Caged, divulgados nesta quarta-feira (30/abr) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

    Em março, o saldo foi de 71,5 mil novas vagas, embora o número represente uma queda de 71% em relação a março de 2024, sendo o segundo pior resultado para o mês desde 2020.

    Desde janeiro de 2023, o país acumula 3,79 milhões de vagas formais, evidenciando um crescimento robusto e contínuo, como destacado pelo ministro Luiz Marinho em coletiva.

    O setor de serviços liderou a geração de empregos, com destaque para atividades administrativas e de saúde, conforme dados do MTE.

    A indústria também se destacou, especialmente na fabricação de veículos e produtos alimentícios, enquanto a construção civil impulsionou vagas em obras de infraestrutura.

    São Paulo liderou entre as unidades federativas, com 213,5 mil vagas acumuladas no trimestre, seguido por Minas Gerais e Paraná.

    Apesar do desempenho positivo, o salário médio real de admissão em março caiu para R$ 2.198,50, uma redução de 0,3% em relação a fevereiro.

    O ministro Marinho atribuiu a desaceleração em março a fatores sazonais, mas reforçou a expectativa de crescimento contínuo em 2025, com foco em políticas de infraestrutura e inclusão.

    O mercado de trabalho brasileiro demonstra resiliência, mas enfrenta desafios como a informalidade e a queda nos salários reais em alguns setores.

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    O saldo positivo foi registrado em 24 estados, com destaque para o Sul, que teve variação relativa de 0,9%. A geração de empregos foi maior entre homens (45 mil vagas) do que entre mulheres (26,5 mil), e a faixa etária de 18 a 24 anos concentrou o maior número de contratações.

    Esses números reforçam a importância de políticas públicas voltadas para a empregabilidade jovem e a igualdade de gênero no mercado de trabalho, com perspectivas otimistas para o restante do ano.

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