Isso ocorre após o país ter retornado, durante o governo do hoje inelegível ex-presidente Jair Bolsonaro, à lista da ONU (Organização das Nações Unidas) para a Alimentação e a Agricultura (FAO)
O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atribuiu a redução da pobreza e da fome no Brasil à competência de sua terceira gestão:
“Trabalhando com competência na direção certa, os resultados na redução da pobreza e da fome logo aparecem“, afirmou o estadista, nas redes sociais.
Nesta segunda-feira (12/8), Jorge Meza, o representante da FAO no Brasil, disse em entrevista à ONU News que o país está perto de atingir o índice necessário para deixar o Mapa da Fome:
Isso ocorre após o país ter retornado, durante o governo do hoje inelegível ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), à lista da ONU (Organização das Nações Unidas) para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Hoje, o Brasil está na 94ª posição entre 111 nações analisadas pela FAO.
Os novos dados mostram avanços significativos, com mais de 14,7 milhões de brasileiros tendo superado a fome no último ano. A taxa média de insegurança alimentar grave diminuiu de 8,5% entre 2020 e 2022 para 6,6% entre 2021 e 2023.
O Ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, compartilhou que a queda na insegurança alimentar em 2023 foi de 4,2% para 2,8%, aproximando o país da meta estabelecida. Ele ressaltou a forte atuação do governo federal, em cooperação com os sistemas de assistência social e segurança alimentar, para implementar o Plano Brasil Sem Fome e a Redução da Pobreza.
Até o momento, aproximadamente 4 milhões de pessoas foram cadastradas e beneficiadas, incluindo 1,4 milhão de famílias. O esforço continuará sob a coordenação do presidente Lula, visando retirar o Brasil do Mapa da Fome.
