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Estratégia dos EUA é ignorar leis do STF usando narrativa de perseguição visando 2026, adverte jornalista

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    O advogado
    O advogado e jornalista ítalo-brasileiro, residente nos EUA, Fernando Boscardin | Imagem reprodução de vídeo/Instagram | Ao fundo, o conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller, o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho deputado federal Eduardo Bolsonaro, em foto de 2022 | Sobreposição de imagens


    Eles não citam as leis, os crimes, os detalhes. Nada! É como se tudo fosse uma perseguição”, diz Fernando Boscardin: “O Brasil, via instituições, e os democratas, precisam reagir ou serão engolidos pelo conjunto da obra desse golpismo externo



    Brasília, 11 de agosto de 2025

    Em uma publicação em suas redes sociais o jornalista Fernando Boscardin levantou um alerta preocupante sobre uma suposta campanha internacional que estaria sendo articulada para pintar o Brasil como uma ditadura.

    Segundo ele, essa narrativa envolve advogados, assessores governamentais e jornalistas estrangeiros que questionam a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e, especialmente, do ministro Alexandre de Moraes, descrito como um “carrasco” por esses grupos.

    Boscardin afirma que a estratégia é clara: ignorar as leis brasileiras, as evidências de crimes, confissões e delações premiadas de investigados. Em vez disso, a narrativa foca em apresentar os alvos da Justiça, especialmente aqueles ligados a episódios golpistas, como vítimas de injustiça.

    Eles não citam as leis, os crimes, os detalhes. Nada! É como se tudo fosse uma perseguição”, escreveu o jornalista.

    De acordo com a postagem, essa campanha não é espontânea. Boscardin sugere que ela segue um método organizado, com o objetivo de pressionar figuras-chave do Brasil, como os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), além de ministros do STF e até empresas jornalísticas.

    O propósito? Constranger ou intimidar essas instituições para que não cumpram suas funções, pavimentando o caminho para influenciar as eleições de 2026.

    Essa coação busca interferir na política brasileira, com interesses econômicos e políticos, alguns até pessoais”, alerta Boscardin. Ele aponta que a narrativa serve como base para possíveis intervenções externas mais agressivas contra o Brasil, usando a imagem de um país antidemocrático como justificativa.

    A denúncia também destaca o papel das redes sociais, especialmente o X, na amplificação dessa narrativa. Boscardin relata que, ao comentar postagens de perfis internacionais que criticam o Brasil, ele recebe ataques intensos, muito mais do que quando interage com figuras nacionais, como o deputado Eduardo Bolsonaro.

    Curiosamente, ele analisou os perfis responsáveis por esses ataques e concluiu que “99% são fakes”, criados majoritariamente a partir de 2018, com um aumento significativo em 2022. “Não é orgânico. Conferi por dias. São perfis criados para isso”, afirma.

    Essa descoberta reforça a ideia de que a campanha é coordenada, com o uso de contas falsas para amplificar a narrativa e atacar quem tenta contrariá-la.

    Boscardin faz um apelo direto: o Brasil, por meio de suas instituições e da sociedade civil, precisa reagir.

    Ele alerta que, sem uma resposta firme, o país pode ser “engolido” por essa narrativa golpista, que encontra eco em setores internos, descritos como “vira-latas voluntários”, alguns supostamente pagos para apoiar a campanha.

    Os democratas precisam se unir, ou o golpismo externo vai reverberar aqui dentro”, conclui. A postagem termina com um tom de urgência: “Levem a sério isso”.

    O alerta ressoa em um momento de tensão política no Brasil, com as eleições de 2026 se aproximando e o STF no centro de debates sobre liberdade de expressão e combate a desinformação.


    Assim, Boscardin coloca em evidência a complexidade das disputas narrativas no cenário global.

    Se confirmada, a campanha internacional pode representar uma ameaça à soberania brasileira, manipulando a opinião pública para desestabilizar instituições democráticas.

    O Brasil segue no centro de um debate polarizado, com o STF e o ministro Alexandre de Moraes sendo alvos frequentes de críticas, tanto internas quanto externas.

    A postagem de Boscardin serve como um chamado para que a sociedade e as instituições fiquem atentas a possíveis manipulações externas e seus impactos no futuro político do país.



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    2 comentários em “Estratégia dos EUA é ignorar leis do STF usando narrativa de perseguição visando 2026, adverte jornalista”

    1. Tem que ir prá cima dos babacas golpistas com tudo, para desmascarar essa farsa…..Precisa acreditar no bom senso da maioria silenciosa da nossa população.

      1. Josias Batista de oliveira

        ISSO É VERDADE, O STF PASSOU PANOS QUENTES NESSES GOLPISTAS, PRINCIPALMENTE A LIDERANÇA.
        ERA PRA ESSES GOLPISTAS JA ESTAREM TODOS NO XILINDRO, E NADA DE PRISÃO DOMICILIAR, TEM QUE IR PRA ONDE CRIMINOSOS VÃO, TÃO DANDO MOLE, E ELES ESTÃO SE ARTICULANDO.
        SE ELES TIVESSES CONSEGUIDO DA O GOLPE, O STF NÃO EXISTIA MAIS, E SEUS MEMBROS, UNS PRESOS , OUTROS DESAPARECIDOS, ISTO SIM É UMA DITADURA.

    Os comentários estão fechados.

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