Banco Mundial diz que a Economia do governo do estadista é um dos motores de crescimento da América Latina, mas a Argentina quase alcança o Haití (4,2% negativos) desde que o ultradireitista aliado do ex-presidente Bolsonaro chegou à Casa Rosada
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O Banco Mundial divulgou um relatório apontando que o PIB do Brasil deverá crescer 2,8% sob a batuta da equipe econômica da terceira gestão do Presidente da República Federativa, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento feito com vários países da América Latina mostra que, na contramão do sucesso do estadista, o Haití e a Argentina, liderada pelo utradireitista e bolsonarista declarado Javier Milei, aparecem como piores colocados da região.
As informações constam em uma publicação do periódico progressista argentino Página12 e foram replicadas pelo site brasileiro Brasil247. A Argentina de Milei encolherá 3,5% em 2024, quase alcançando o Haití, que tem previsão negativa de fechamento do Produto Interno Bruto em – 4,2%.
O país do presidente que chegou ao poder repetindo o lema ‘viva la libertad, carajo‘ está passando por uma crise econômica profunda, com aumento da pobreza e inflação de 25% ao mês. Apesar da recessão na Argentina, diz o texto, o Banco Mundial mantém otimismo em relação ao futuro econômico do país.
Mas o Brasil está bem avaliado e é visto como um motor de crescimento na região devido às políticas implementadas pelo Presidente Lula e seus ministros de Estado, especialmente quanto à infraestrutura e programas sociais, apesar de avaliações ruins de direitistas que classificam a excelente gestão do estadista como “desgoverno“, a exemplo das declarações do cientista político Luiz Felipe D’Avila.
Segundo um livro lançado pelo presidenciável do partido Novo em 2022, a “esquerda retrógrada, que é a do PT” se assemelha à “direita chucra, por acreditarem no poder do Estado como indutor, enxergarem a economia de mercado como mal necessário e pregarem a tutela do governo como meio para evitar que a ganância empresarial destrua a economia“.
Só que o relatório do Banco Mundial aponta que a América Latina e o Caribe crescerão conjuntamente 1,9% em 2024, com uma aceleração para 2,5% em 2025, e com o Brasil liderando entre as grandes economias da região, favorecido por um cenário político mais estável e políticas voltadas para o crescimento inclusivo.
Por outro lado, e bem perto de nós, a Argentina teve a inclusão de sua Economia no hall das ‘piores‘. E não foi somente pelo Banco Mundial. O FMI (Fundo Monetário Internacional) também observa a tragédia portenha e, na voz de Julie Kozack, afirma que o índice de pobreza no país atingiu 52,9% no primeiro semestre de 2024, e que a situação social continua “muito delicada”.
A avaliação foi feita durante uma conferência realizada em Washington (EUA), onde Kozack também reconheceu que os esforços do governo argentino para reduzir a inflação e promover reformas que estimulem o emprego e os investimentos e, com isso, “reduzir a inflação e fomentar o crescimento econômico, são fundamentais para a recuperação dos salários e da atividade econômica no futuro“”, afirmou”.
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