ARRASTE 0%
Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo
    Toque e saiba mais sobre o tema

    ECCE LULA: Brasil melhora em 71% dos indicadores em renda, emprego e meio ambiente

     

     

    — calculando —
    ↗ compartilhar Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Facebook
    Presidente Lula

    📷 O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), compartilha a responsabilidade pela implementação de políticas de proteção ao meio ambiente, renda e emprego, agindo como o chefe máximo do Poder Executivo Federal |•| Arte URBS MAGNA

    RESUMO
     
    URBS MAGNA
     

    | Brasília (DF)
    12 de agosto de 2026

    O Brasil avançou em 71% dos indicadores sociais monitorados pelo Observatório Brasileiro das Desigualdades, com melhoras concentradas em renda, emprego, segurança alimentar e meio ambiente — ainda que a concentração de riqueza no topo da pirâmide tenha voltado a crescer, revela o novo relatório divulgado nesta quarta-feira (12/ago).

    O levantamento, elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) como parte das ações do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, analisou 38 indicadores distribuídos por nove áreas temáticas.

    Do total, 71% registraram avanço, 13% permaneceram estáveis e 16% pioraram, com base em cobertura do Metrópoles.

    Onde o país avançou

    O rendimento médio real das famílias brasileiras cresceu 5,3% no período analisado, acompanhado de queda consistente na proporção de pessoas em situação de pobreza extrema.

    Na segurança alimentar, a insegurança moderada ou grave recuou de 9,5%, em 2023, para 7,7%, em 2024 — resultado acompanhado por redução nos índices de desnutrição infantil e entre a população idosa.

    O mercado de trabalho também puxou a média para cima: a taxa de desemprego caiu de 6,6%, em 2024, para 5,6%, em 2025, com queda semelhante entre as mulheres, de 8,1% para 6,9%.

    No meio ambiente, o destaque foi a queda de 32,5% nas emissões de gases de efeito estufa ligadas ao uso da terra e ao desmatamento, que passaram de 1,34 bilhão de toneladas de CO2, em 2023, para 905,6 milhões de toneladas, em 2024, dado atribuído ao Observatório do Clima.

    O que ainda piora

    O relatório é explícito ao afirmar que as desigualdades estruturais de gênero e raça seguem como “obstáculo central” para o desenvolvimento do país.

    Entre os indicadores que registraram piora estão a concentração de renda — que voltou a subir em 2025 —, a desigualdade salarial entre homens e mulheres, o risco geológico em áreas vulneráveis a deslizamentos, o peso do aluguel sobre a renda familiar e a sobrerrepresentação da população negra no sistema prisional.

    A mortalidade materna e a cobertura de saneamento básico na Região Norte também pioraram no período.

    Mesmo entre as mulheres, a queda geral do desemprego não se distribuiu de forma equilibrada: a taxa entre mulheres negras chegou a 8,5%, patamar bem acima da média nacional.

    Como isso se compara ao ano passado

    O contraste com a edição anterior do relatório, divulgada em agosto de 2025, ajuda a dimensionar o salto. Naquela ocasião, de 43 indicadores analisados, apenas 25 haviam avançado — o equivalente a 58% —, enquanto três haviam piorado e oito permaneciam estagnados, segundo cobertura da Agência Brasil à época.

    A comparação sugere aceleração real na melhora dos indicadores sociais entre uma edição e outra, ainda que a metodologia e o número total de indicadores monitorados tenham variado ao longo das edições do Observatório.

    O dado mais relevante deste relatório não é o percentual de indicadores em alta, mas o fato de que renda, emprego e segurança alimentar — os três pilares mais sensíveis ao bolso do trabalhador brasileiro — melhoraram simultaneamente, enquanto a concentração de renda no topo segue crescendo.

    Sob a ótica deste portal, isso reforça um diagnóstico já conhecido: o crescimento da economia tem chegado à base da pirâmide, mas ainda não é suficiente para conter o acúmulo de riqueza no topo, o que explica por que a percepção de desigualdade social no país segue alta mesmo diante de indicadores objetivos favoráveis.

    O relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades é realizado em conjunto com o Dieese e integra as ações do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, que dialoga com as agendas de redução de vulnerabilidades sociais acompanhadas pela gestão federal do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Os avanços apontados — como o aumento do rendimento médio familiar, a queda no desemprego para 5,6%, a redução da insegurança alimentar e a forte diminuição do desmatamento — refletem o cenário socioeconômico do país sob Lula, embora os mecanismos e programas governamentais específicos para cada área não estejam listados na publicação.



    SIGA NAS REDES SOCIAIS




    Compartilhe via botões abaixo:

     

    Comente com moderação

    文

    Discover more from Urbs Magna

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading