País já soma 1,717 milhão de vagas formais no acumulado desde janeiro – dados foram divulgados pelo Caged, vinculado ao MTE
Brasília, 21 de outubro 2025
O Brasil registrou a criação de 213.002 empregos formais em setembro, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (30/out) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O resultado, decorrente de 2,29 milhões de admissões contra 2,07 milhões de demissões, superou as projeções de 170 mil vagas estimadas por analistas consultados pela Bloomberg, sinalizando uma recuperação robusta em relação aos 147.358 postos de agosto.
Como destacou o ministro Luiz Marinho durante a coletiva, “os dados positivos estão de acordo com o ritmo de crescimento da economia, apesar ainda dos juros altos“, reforçando a diversificação do mercado de trabalho em um cenário de juros elevados e desaceleração pontual.
Todos os cinco grandes setores econômicos apresentaram saldo positivo, com destaque para os Serviços, que geraram 106.606 vagas (+0,5%), impulsionados por segmentos como informação, comunicação e atividades financeiras, seguidos pela Indústria (+43.095 postos, +0,5%) e Comércio (+36.280, +0,3%).
A Construção Civil contribuiu com 23.855 novas oportunidades (+0,8%), enquanto a Agropecuária adicionou 3.167 (+0,2%).
Regionalmente, o Brasil manteve equilíbrio, com todas as 27 Unidades da Federação registrando ganhos, liderados por São Paulo (+49.052), Rio de Janeiro (+16.009) e Pernambuco (+15.602), conforme reportado por fontes como Folha de S.Paulo.
No acumulado de janeiro a setembro, o país já soma 1,717 milhão de vagas formais, um desempenho que, apesar de uma queda de 15,6% ante setembro de 2024, demonstra a resiliência do emprego celetista em meio a pressões macroeconômicas.
Analistas apontam que reduções na taxa de juros e melhorias no crédito podem impulsionar ainda mais o quarto trimestre, especialmente em comércio e construção, consolidando o setor formal como pilar da retomada.
Para quem busca oportunidades ou acompanha indicadores econômicos, esses números não só otimizam buscas por “criação de empregos 2025” como inspiram otimismo compartilhável: o Brasil segue gerando trabalho digno em tempos incertos.
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