O militar repetiu a narrativa infundada do presidente sobre a segurança da urna eletrônica, que ao contrário do que diz, os votos no Brasil são auditáveis
O pré-candidato a vice-presidente na chapa em que Jair Bolsonaro tentará a reeleição, general Walter Braga Netto (PL), afirmou em um encontro com empresários da Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) que, se não for feita a auditoria dos votos defendida pelo atual ocupante do Palácio do Planalto, “não tem eleição”.
Braga Netto causou vergonha e constrangimento em uma plateia de 40 empresários selecionados a dedo pela Dederação.
O encontro, na última sexta-feira (24/6), dois dias antes do militar ser oficializado para concorrer junto com Bolsonaro, era dedicado oficialmente à apresentação de pleitos do Rio ao general, que é assessor especial da Presidência da República.
De acordo com a transcrição da jornalista Malu Gaspar, “longe da imprensa e frente a uma audiência em tese simpática, Braga Netto se soltou e repetiu a narrativa infundada de Bolsonaro sobre a segurança da urna eletrônica – ao contrário do que diz o presidente, os votos no Brasil são auditáveis“.

A democracia criou o pior monstro, e quando era para fazer o impeachment não fizeram, agora fica essa sombra do mal pairando sobre a democracia brasileira. Os militares daqui farão o que fizeram os militares dos Estados Unidos, que garantiram o pé no traseiro do Trump e respeitaram os resultados da urnas.
Democracia acima de todos. Deus acima de tudo.
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