Bolsonaro sozinho destruiu 45 anos de esforços da Saúde no Brasil, aponta Transição Lula (vídeo)

“Estamos em um cenário de absoluta insegurança”, afirmou o ex-ministro da Saúde, Arthur Chioro, coordenador do grupo, que apontou para uma total falta de planejamento na área para o ano de 2023, deixada pelo governo Bolsonaro

Nesta sexta-feira (25/11), o grupo técnico responsável pela Saúde na Transição Lula apontou para a existência de uma queda da cobertura vacinal no Brasil bem como para a total falta de planejamento na área para o ano de 2023, deixada pelo governo Bolsonaro, que se encerra daqui a 36 dias.

Até o ano de de 2015, o Brasil mantinha cobertura vacinal para todas as vacinas de 95%. Essa cobertura foi caindo de modo que estamos em um cenário de absoluta insegurança. Não adianta dizer estamos com potencial risco, ele é concreto“, afirmou, conforme transcrição do portal Carta Capital, o ex-ministro da Saúde, Arthur Chioro, que coordena o grupo, conforme é possível assistir no vídeo mais abaixo.

Todas as vacinas obrigatórias no calendário para crianças com menos de um ano estão com cobertura inadequada“, prosseguiu Chioro, que completou dizendo que há risco do ressurgimento de doenças já erradicadas no País: “Todas, sem exceção“.

Chioro criticou a desmobilização feita pelo atual governo em torno do Programa Nacional de Imunização, considerado referência internacional, e afirmou que em menos de 4 anos o governo atual conseguiu “praticamente destruir um esforço de quatro décadas e meia“. Ele também pontuou a ausência de um planejamento vacinal para o ano de 2023:⁠

O Instituto Butantan fornece 8 das vacinas que compõem calendário de imunização do nosso País. Nenhuma delas recebeu programação para o ano de 2023, nós estamos no final de novembro. Vocês imaginem o que é do ponto de vista de uma complexa produção industrial não ter esse planejamento, a programação“, alertou.⁠

Assista a seguir:

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