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“Bolsonaro recebe duas aposentadorias enquanto defende o fim dos direitos trabalhistas”, diz deputada (vídeo)


    Na esteira do debate sobre a escala de trabalho 6×1, Fernanda Melchionna posta compilação de imagens em que o ainda deputado federal faz declarações contra os trabalhadores brasileiros. A parlamentar gaúcha diz que é “absurdo” – ASSISTA

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    A deputada federal pelo Rio Grande do Sul, Fernanda Melchionna (PSOL), postou em suas redes sociais imagens de Jair Bolsonaro (PL) defendendo empresários, em detrimento de trabalhadores brasileiros, e escreveu na mensagem que é “um absurdo“, pois o ex-presidente que “recebe duas aposentadorias é o mesmo que defende o fim dos direitos trabalhistas“.

    Na compilação publicada pela parlamentar gaúcha, Bolsonaro é ainda um deputado federal e participa do programa de TV do apresentador João Kleber: “O trabalhador vai ter que decidir” entre “menos encargos trabalhistas e emprego ou emprego sem encargos trabalhistas“, afirma o deputado.

    A postagem de Melchionna ocorre na esteira dos debates nas redes sociais sobre a escala de trabalho 6X1, liderados pela deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), autora da PEC (Proposta de emenda à Constituição), que defende ser um “abuso” o fato de trabalhadores se submeterem ao regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) com jornada semanal de trabalho, por exemplo, de segunda a sábado e com folga apenas em um dia, no domingo.

    Em outra cena da compilação postada por Menchionna, Bolsonaro diz, orgulhosamente, que foi “o único parlamentar que votou nos dois turnos, contra todos os direitos trabalhistas e empregada doméstica“.

    Na visão de Bolsonaro, hoje na condição de ex-presidente derrotado para o Presidente Lula durante a tentativa de se reeleger em 2022 ao Palácio do Planalto, e cumprindo a pena da inelegibilidade que lhe foi imposta até 2030 devido a falas contra o sistema eleitoral brasileiro, “quanto mais direito você quer dar pra alguém, pior fica“, conforme disse na ocasião.

    Isso pode explicar o motivo de Bolsonaro ter se tornado o primeiro presidente da História do Brasil a não conseguir ser reeleito para um mandato sequencial como chefe do Executivo.

    Em lugar de demonstrar apoio aos trabalhadores do Brasil, que são a massiva maioria, Bolsonaro mostrou sensibilização com seus “companheiros empresários“, pois os via “sendo obrigados a desfazer de patrimônio para honrar compromissos trabalhistas, exatamente pra não ficar devendo no mercado“.

    O então deputado diz também que “um país com quatro milhões de ações trabalhistas não tem que ir pra frente“.

    Em uma fala no Plenário da Câmara dos Deputados, no ano de 2009, Bolsonaro disse que “é um crime” a aprovação do Vale Cultura para trabalhadores, que “obriga o empregador a despender mais cinquenta reais para fins de atividades culturais” para “ir para teatro, cinema etc“.

    Assista a seguir e leia mais depois:


    O Vale Cultura ainda existe e, conforme publicou o portal da Cãmara, na ocasião, é direcionado “a quem ganha até cinco salários mínimos” para “acesso a produtos e serviços de artes visuais, artes cênicas, audiovisual, literatura, música e patrimônio cultural”, sendo extensivo a apsentados”.

    Em julho deste ano, o Plenário do Senado aprovou o PL 5.979/2019, que inclui os eventos esportivos entre as atividades a serem beneficiadas pelo vale-cultura. Em agosto foi remetida à sanção e em setembro foi vetada integralmente.

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