“..Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou a esta SUPREMA CORTE a ocorrência de violação do equipamento de monitoramento eletrônico do réu JAIR MESSIAS BOLSONARO, às 0h08min do dia 22/11/2025. A informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho“
Documentos judiciais detalham como a desobediência às ordens do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL e a articulação de um plano de evasão, incluindo a tentativa de rompimento do monitoramento, culminaram na detenção do condenado Jair Messias Bolsonaro a 27 anos em regime fechado.
Brasília, 22 de novembro 2025
A iminência do cumprimento da pena de 27 (vinte e sete) anos e 3 (três) meses, em regime inicial fechado, imposta pela PRIMEIRA TURMA do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF), escalou drasticamente após a detecção de uma suposta estratégia de fuga de JAIR MESSIAS BOLSONARO.
A informação mais crítica que fundamentou a conversão de sua prisão domiciliar para PRISÃO PREVENTIVA neste sábado (22/nov) foi a violação do equipamento de monitoramento eletrônico (tornozeleira), comunicada pelo Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal às 0h08min do dia 22/11/2025.

Para o STF, este ato constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, somando-se ao fato de o réu já ter planejado, durante a investigação, fugir para a embaixada da Argentina por meio de asilo político, e de ter a residência próxima ao Setor de Embaixadas Sul de Brasília/DF, onde fica a embaixada dos Estados Unidos da América.
O risco de evasão foi potencializado pela repetição do modus operandi da organização criminosa: a Polícia Federal alertou sobre a convocação de uma vigília pela saúde de Bolsonaro e pela liberdade do Brasil, orquestrada pelo filho do condenado, o Senador FLAVIO BOLSONARO, em redes sociais.
Embora disfarçada, a aglomeração de apoiadores nas imediações do condomínio Solar de Brasília 2 foi vista como uma manobra para obstruir a fiscalização e criar um ambiente propício para sua fuga, frustrando a aplicação da lei penal.
A gravidade da situação foi ainda reforçada pela fuga do corréu ALEXANDRE RAMAGEM RODRIGUES para Miami, nos Estados Unidos, e a evasão anterior de CARLA ZAMBELLI e EDUARDO NANTES BOLSONARO, demonstrando uma reiterada conduta de evasão por parte de aliados e familiares.
Diante do cenário de altíssimo risco para a efetividade da prisão domiciliar decretada e do descumprimento contínuo de medidas cautelares anteriores (que incluíram a exibição da tornozeleira em plataformas digitais e o uso de redes sociais para coagir o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL), o Ministro ALEXANDRE DE MORAES converteu as cautelares em PRISÃO PREVENTIVA.
O magistrado destacou que o desrespeito à DEMOCRACIA e ao Poder Judiciário persiste, com a organização criminosa tentando reviver os acampamentos ilegais que geraram o deplorável dia 8/1/2023, e que a PRISÃO PREVENTIVA era a única forma de cessar o periculum libertatis do réu e garantir o recolhimento imediato na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal.
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Com essas atitudes, qualquer acusação é supérflua.
kkkķkkkkkkkkķ
Grande dia! 2+2/1+1/2+5 é, 13!
Parece episódio dos trapalhões. 😜😜😜
O Bozo tá ferrado com os metralhas que ele gerou!💩💩💩
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