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‘Bolsonaro está envolvido na morte de Marielle Franco e a polícia do Rio sabe disso’, conclui jornalista, baseado em uma de suas hipóteses


    A afirmação é de Luís Nassif, do Jornal GGN, que chegou a esta conclusão baseado em hipóteses para o comprometimento de uma intervenção federal do Governo Temer no Rio de Janeiro – LEIA


    Nassif diz que, “nas investigações sobre a morte de Marielle, a Polícia Civil do Rio de Janeiro firmou convicção sobre o profundo envolvimento de Jair Bolsonaro no episódio“.

    “Ainda não há clareza sobre os motivos. A hipótese levantada pelo GGN – de comprometer a intervenção federal – é uma das possibilidades de investigação. Mas especulam-se sobre outras”, encerrou o jornalista em uma breve postagem feita em sua mídia.

    No dia 15 de fevereiro de 2019, o jornalista escreveu o artigo “Há três hipóteses para a morte de Marielle: uma implica diretamente Jair Bolsonaro”.

    Segundo nassif, “a hipótese que implicava Bolsonaro era a tentativa de reedição do Riocentro, para impedir as eleições presidenciais em curso”

    O jornalista do GGN, em outro artigo do dia 2 de novembro de 2019, intitulado “A hipótese de envolvimento dos Bolsonaro com caso Marielle ganha força“, apresentou evidências para o envolvimento direto do presidente na morte de Marielle Franco.

    Na publicação, de acordo com Nassif, com Lula preso “havia uma articulação em curso pelos novos donos do poder, o MDB de Michel Temer e o presidente da Câmara Rodrigo Maia, para viabilizar as eleições“.

    A intervenção militar no Rio de Janeiro seria um passo nesse sentido. Colocaria o Exército nas ruas, traria a questão da segurança pública para primeiro plano e, ao mesmo tempo, inibiria qualquer tentativa de reação dos lulistas e abriria uma avenida para a reeleição de Temer“, publicou na última postagem citada acima.

    De acordo com Luís Nassif, “essa possibilidade não escapou ao grupo de ultradireita reunido em torno do ex-capitão Jair Bolsonaro, que não acreditava ainda em seu potencial eleitoral” e “coube a ele a mais enfática condenação da intervenção” com uma “reação virulenta”:


    “É uma intervenção decidida dentro de um gabinete, sem discussão com as Forças Armadas. Nosso lado não está satisfeito. Estamos aqui para servir à pátria, não para servir esse bando de vagabundos.”

    JAIR BOLSONARO

    Nassif ainda apresenta a indicação de um vídeo-entrevista, segundo ele, pouco conhecido, com “Marielle Franco salientando a intenção eleitoral do MDB com a intervenção militar“, e diz que sua fala é “como ela viesse do além para reforçar a narrativa que implica Bolsonaro.”

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