Ex-presidente retornou para a prisão domiciliar, onde alguns dos familiares e aliados já o visitaram ou têm visitas agendadas
Brasília, 16 de agosto de 2025
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi liberado do hospital DF Star em Brasília, após passar quase cinco horas em exames que revelaram a persistência de esofagite, gastrite e “imagem residual” de infecções pulmonares.
Segundo seus médicos, esses problemas de saúde são atribuídos, em parte, a episódios de broncoaspiração, que ocorreram devido a sua condição clínica, agravada após procedimentos cirúrgicos em seu abdômen.
Apesar das dificuldades respiratórias e crises de soluços, houve uma melhora em seu humor, embora a situação geral de saúde ainda precise de cuidados médicos contínuos.
Bolsonaro se encontra sob prisão domiciliar, resultado de decisões do ministro Alexandre de Moraes, que identificou descumprimento das medidas cautelares, incluindo a proibição de uso de redes sociais.
Ele está autorizado a receber visitas em sua casa, em Brasília, no bairro Lago Sul, que precisam ser aprovadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Alguns dos familiares e aliados que já o visitaram, ou que têm visitas agendadas, incluem: a esposa Michelle Bolsonaro, os filhos Flávio Bolsonaro (senador) e Jair Renan Bolsonaro (vereador), Valdemar Costa Neto (presidente do PL), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o senador Ciro Nogueira.
Outros deputados federais e estaduais também estão na lista de visitas autorizadas, que seguem regras específicas do STF, como a proibição do uso de celulares e de fazer vídeos ou fotos durante a permanência no local.
Diante da falta de contato com seu filho, Eduardo Bolsonaro, segundo O Globo, o ex-presidente tem se apoiado na ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que está se tornando uma figura central na comunicação com os líderes do PL.
As visitas de aliados ao ex-presidente, incluindo parlamentares e lideranças do partido, mostram que a mobilização política continua, mesmo em meio a restrições pessoais e de saúde.
A autorização do STF para essas visitas é indicativa de um sistema político que ainda gera debates e intrigas, enquanto a saúde de Bolsonaro gera preocupação e atenção.
A interdependência entre questões de saúde e política ilustra como esses aspectos se entrelaçam, refletindo desafios maiores na condução de uma democracia.









A doença de Bolsonaro é a mesma de Carla Zambelle, é mimimi.
Aquele que zombava das pessoas com COVID agora apresenta problemas respiratórios…a conta vem!
A lei do retorno pode demorar, mais não falha
Não acredito em nada disso…
Vai demorar muito?
Somos todos coveiros.
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