O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante discurso na segunda-feira (31/1), em Itaboraí, onde afirmou, sem proferir o nome de LULA, que se o “cara” for eleito, Dilma Rousseff será ministra da Defesa e José Dirceu será nomeado ministro da Casa Civil. Foto: Alan Santos/PR. Ao lado, o jornalista, consultor político-econômico e pesquisador da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas, Thomas Traumann, em foto de Hélvio Romer / Estadão Conteúdo / Veja | Sobreposição de imagens
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PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
É o que revela a leitura de seu tuíte ao compartilhar matéria da Folha sobre obediência militar do comandante da FAB a LULA: “O 6 de janeiro fica um pouco mais distante“, escreveu o jornalista
O jornalista, consultor político-econômico e pesquisador da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas, Thomas Traumann, compartilhou, em seu perfil no microblog Twitter, a capa do jornal Folha de S. Paulo desta segunda-feira (31/1), onde se destaca: “Militares obedecerão a LULA ou qualquer outro, diz líder da FAB“.
Sem necessidade de aprofundamento no título pra lá de objetivo, Traumann escreveu que, após a publicação reveladora no jornal, “o 6 de janeiro fica um pouco mais distante“, em referência à data dos ataques antidemocráticos ao Capitólio, congresso americano.
Sugestivamente, o jornalista afirma que o presidente Jair Bolsonaro será incapaz de um golpe de Estado, especialmente por falta de apoio militar, haja vista que ficou claro que os representantes das Forças Armadas caminham em direção a LULA, que está disparado nas pesquisas de intenção de voto.
Veja abaixo:
