Bolsonaro é aconselhado a ir para a Embaixada dos EUA enquanto Eduardo quer organizar novo golpe de Estado
“Quem sabe a gente organiza novo golpe da Disney”, afirmou o deputado – Quanto ao ex-presidente, ele descartou a ideia de aliado, afirmando que permanecerá em casa – SAIBA MAIS
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi aconselhado a buscar abrigo na embaixada dos Estados Unidos em Brasília para evitar prisão, devido a um provável consenso do STF (Supremo Tribunal Federal) pela sua detenção.
O comunicador Rodrigo Constantino sugeriu que a embaixada poderia garantir proteção como território dos EUA. No entanto, Bolsonaro descartou essa possibilidade, afirmando que permanecerá em casa.
Caso solicite asilo, ele estaria sujeito a normativas internacionais, como a Convenção de Viena de 1951, que define critérios de concessão de refúgio, assegurando a proteção a indivíduos perseguidos por motivos políticos, religiosos ou raciais, disse o Metrópoles.
Os pedidos de asilo no Brasil podem levar até um ano para serem analisados, e não são aceitos se o solicitante está sob medidas cautelares, como proibição de sair do país.
A Convenção da OEA (Organização dos Estados Americanos) também regula a concessão de asilo diplomático, especificando que não se pode conceder abrigo a quem tenha acusações de crimes comuns.
O estado que concede asilo deve garantir que o asilado não interfira na política do país territorial. Em 2024, Bolsonaro enfrentou indiciamento e passou 48 horas asilado na embaixada da Hungria.
Em 2020, o então presidente Jair Bolsonaro é fotografado entre apoiadores, um deles com a bandeira dos EUA | Hugo Barreto/Metrópoles
Paralelamente, horas após anunciar sua licença do mandato na Câmara, o deputado federal Eduardo Bolsonaro fez uma brincadeira sobre a possibilidade de articular um “novo golpe de Estado” da Disney, em Orlando, durante uma entrevista no Youtube.
Ele confirmou que pretende se consolidar com a família na região de Washington D.C., e que está nos Estados Unidos desde 27 de fevereiro, quando o PT protocolou uma ação no STF pedindo a apreensão de seu passaporte.
Eduardo declarou que não se acovardará e que se licenciará do mandato por quatro meses para buscar sanções aos violadores de direitos humanos.
A decisão representa um recuo, já que ele havia informado que retornaria ao Brasil para assumir a Comissão de Relações Exteriores.
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